
Destinos pra viajar pela Europa por mês em 2026 fora do óbvio
Descubra os melhores destinos pra viajar pela Europa em 2026. Opções baratas, fora do óbvio e ideais pra cada estação do ano.Destinos pra viajar pela Europa que são clichês podem ser caros e lotados. Mas, você pode escolher destinos fora do óbvio e ter férias mais estratégicas, leves e surpreendentes.
Quando você escolhe o país certo no mês certo o seu dinheiro pode render mais e a sua experiência pode ser ainda melhor. Em 2026, a ideia é simples: Seguir o ritmo das estações, fugir do óbvio e aproveitar preços melhores, menos multidões e experiências que só fazem sentido naquela época.
Nesse post, eu recomendo 4 países por mês, contando o que você pode fazer lá e por que vale visitar aquele destino exatamente naquele período.
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Nesse post você vai ler:
- Como são as estações do ano na Europa
- Melhores meses pra viajar pela Europa
- Como as estações do ano influenciam os destinos pra viajar pela Europa
- Janeiro na Europa
- Fevereiro na Europa
- Março na Europa
- Abril na Europa
- Maio na Europa
- Junho na Europa
- Julho na Europa
- Agosto na Europa
- Setembro na Europa
- Outubro na Europa
- Novembro na Europa
- Dezembro na Europa
- Destinos pra viajar pra Europa em 2026
- Melhor opção de internet ilimitada na Europa
- Melhor seguro viagem pra viajar pela Europa
- Se você pretende se mudar dentro da Europa
Como são as estações do ano na Europa
Entender as estações do ano na Europa é essencial pra escolher quando viajar, quanto gastar e que tipo de experiência esperar. Diferente do Brasil, as estações são bem marcadas e mudam completamente o clima, os preços e até o ritmo das cidades.
Ter essas informações sobre as estações do ano, vai te ajudar a escolher melhor os destinos pra viajar pela Europa sem nenhuma surpresa ou pegadinha.
Inverno na Europa
Meses: dezembro, janeiro e fevereiro
Temperaturas:
– Sul da Europa: 5 °C a 15 °C
– Centro/Norte: −5 °C a 8 °C (com neve em muitos lugares)
O que esperar:
– Neve em países alpinos e do leste europeu
– Estações de esqui em pleno funcionamento
– Cidades mais vazias (exceto Natal e Ano Novo)
– Clima mais introspectivo: museus, cafés, termas e gastronomia
Temporada:
– Baixa temporada: janeiro e fevereiro (mais barato)
– Alta pontual: final de dezembro (Natal e Réveillon)
Ideal pra: Quem quer economizar, ver neve, esquiar ou viver a Europa “sem pressa”.

Primavera na Europa
Meses: março, abril e maio
Temperaturas:
– 10 °C a 20 °C, subindo gradualmente
O que esperar:
– Flores, parques verdes e cidades mais vivas
– Clima excelente pra caminhar e fazer bate-voltas
– Dias mais longos e agradáveis
– Menos multidões que no verão
Temporada: Média temporada (equilíbrio perfeito entre preço e clima)
Ideal pra: Primeira vez na Europa, viagens culturais, trilhas leves e cidades históricas.

Verão na Europa
Meses: junho, julho e agosto
Temperaturas:
– 25 °C a 35 °C (podendo passar disso no sul)
O que esperar:
– Praias cheias, festivais, eventos ao ar livre
– Cidades extremamente movimentadas
– Transporte, hotéis e atrações mais caros
– Dias longos (em alguns países quase não escurece)
Temporada:
– Alta temporada (especialmente julho e agosto)
Ideal pra: Quem ama praia, festivais, clima quente e não se importa em dividir espaço.
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Outono na Europa
Meses: setembro, outubro e novembro
Temperaturas:
– 10 °C a 25 °C (caindo ao longo dos meses)
O que esperar:
– Paisagens lindas com cores de outono
– Menos turistas e cidades mais tranquilas
– Clima ótimo pra explorar sem extremos
Temporada:
– Média pra baixa temporada (setembro ainda pode ser valorizado)
Ideal pra: Quem quer equilíbrio: bom clima, menos filas e preços mais justos.
Melhores meses pra viajar pela Europa
Aqui, eu vou usar como base o combo: clima + preços + menos multidão pra fazer essa listinha de melhores meses, mas saiba que em todos os meses tem destinos incríveis que você pode visitar na Europa se souber usar as estações de ano a seu favor (que é o que eu vou fazer ao longo desse post):
– Maio
– Junho (até metade)
– Setembro
– Outubro

Como as estações do ano influenciam os destinos pra viajar pela Europa
Agora que você já entendeu como funcionam as estações do ano na Europa, fica muito mais fácil compreender por que alguns países fazem muito mais sentido em determinados meses e quase nenhum em outros.
A lógica desse post de destinos pra viajar pela Europa por mês em 2026 não é seguir modinha nem repetir os mesmos lugares de sempre. A ideia é alinhar três fatores principais:
– Clima real da estação (e não o clima “idealizado” das fotos)
– Nível de turistas (alta, média ou baixa temporada)
– Custo X benefício do período (hospedagem, transporte e experiências)
Inverno (dezembro a fevereiro)
No inverno europeu, faz muito mais sentido apostar em:
– Países com neve estruturada (esqui, montanhas, vilas alpinas), ou
– Cidades que brilham no frio (cafés, termas, mercados de inverno).
Primavera (março a maio)
A primavera é quando a Europa começa a acordar, oferecendo temperaturas agradáveis, cidades floridas e preços ainda controlados.
Nos meses de março, abril e maio, entram países ideais pra:
– Caminhar bastante,
– Fazer trilhas leves,
– Explorar centros históricos sem calor ou multidões.
Verão (junho a agosto)
O erro mais comum de quem viaja no verão europeu é achar que todo país funciona bem em julho e agosto e isso não é verdade.
Nesse post, pro verão europeu eu quis priorizar países mais ao norte (clima mais leve), destinos com natureza, lagos e ar livre e alternativas ao Mediterrâneo superlotado.
Outono (setembro a novembro)
O outono é, pra muita gente, a melhor época do ano pra viajar pela Europa. Nesse post, a escolha dos destinos leva em conta o clima ainda agradável, menos turistas, preços mais baixos e experiências gastronômicas e culturais mais autênticas.
Não existe “melhor país da Europa” pra visitar num determinado mês, mas existem fatores que devem ser levados em conta pra que a experiência seja a mais incrível possível.
E é exatamente isso que esse post de destinos pra viajar pela Europa por mês em 2026 propõe: Viajar de forma mais inteligente, menos óbvia e mais econômica, aproveitando o que cada estação tem de melhor.
Janeiro na Europa
Janeiro é aquele mês perfeito pra quem quer ver a Europa sem maquiagem: Menos turistas, preços mais baixos e experiências muito mais autênticas. O frio deixa algumas cidades mais intimistas, a gastronomia ganha destaque e o ritmo desacelera. É ideal pra viajar com calma.
Estônia
Tallinn em janeiro parece saída de um conto de fadas. O centro histórico medieval, com ruas de pedra e construções preservadas, ganha um charme especial coberto de neve. É o tipo de cidade ideal pra explorar devagar, entrando em lojinhas, cafés pequenos e restaurantes aconchegantes.
O inverno também traz uma Estônia mais silenciosa e autêntica. Com menos turistas, é mais fácil sentir o ritmo local e aproveitar preços melhores em hospedagem. Pra quem busca um destino diferente, fora do óbvio e com forte identidade cultural, janeiro é um ótimo momento pra visitar o país.
Polônia
Janeiro é um excelente mês pra explorar cidades como Cracóvia e Varsóvia com muito mais tranquilidade. O frio convida a entrar em museus, cafés históricos e restaurantes tradicionais, além de caminhar por centros antigos que ficam especialmente bonitos com neve. É um ótimo período pra se aprofundar na história do país, visitar castelos e igrejas com calma.
Além das cidades históricas, a Polônia também conta com estações de esqui bem estruturadas, especialmente na região dos Montes Tatra, ao sul do país. Destinos como Zakopane oferecem pistas pra iniciantes e intermediários, paisagens lindas no inverno e preços muito mais acessíveis do que os Alpes.
O grande diferencial da Polônia em janeiro é o custo-benefício. Hospedagens e passagens costumam ser mais baratas, e a cidade fica menos lotada do que na primavera e no verão. Pra quem quer viver um inverno europeu real, sem gastar tanto quanto em países mais populares, a Polônia é uma escolha certeira.

Romênia
Janeiro é ideal pra explorar a região da Transilvânia, com suas cidades medievais, castelos e paisagens montanhosas cobertas de neve. Lugares como Brașov e Sibiu ficam especialmente fotogênicos no inverno, e o clima reforça a atmosfera histórica e quase mística da região.
Outro ponto forte da Romênia é que o inverno ainda é muito acessível financeiramente. É possível comer bem, se hospedar em locais charmosos e se deslocar pelo país gastando pouco. Pra quem quer um inverno europeu autêntico, com personalidade e sem multidões, a Romênia surpreende.
Hungria
Budapeste no inverno é quase um convite ao relaxamento. Janeiro é perfeito pra aproveitar os famosos banhos termais, como Széchenyi e Gellért, onde o contraste da água quente com o frio externo torna a experiência ainda mais especial. Cafés históricos, mercados cobertos e concertos completam o roteiro.
Além disso, janeiro é baixa temporada na Hungria, o que significa menos filas, menos turistas e preços mais amigáveis. A cidade mantém uma vida cultural ativa mesmo no frio, e o clima mais introspectivo combina muito com a arquitetura elegante e a atmosfera romântica da capital.
Janeiro não é mês de “evitar a Europa”, é mês de escolher certo. Esses países provam que o inverno europeu pode ser acolhedor, econômico e cheio de experiências únicas quando você foge do óbvio.

Fevereiro na Europa
Fevereiro é o mês perfeito pra viver o inverno europeu em sua melhor forma: Neve garantida, estações de esqui em pleno funcionamento e cidades mais vazias depois do pico de Ano Novo. É também um período naturalmente mais romântico e aconchegante, ideal pra viagens a dois ou pra quem quer curtir o frio sem multidões.
Eslováquia
Fevereiro é um dos melhores meses pra visitar a Eslováquia se a ideia for neve e montanhas. A região dos Altos Tatras oferece belas paisagens, trilhas de inverno e estações de esqui acessíveis, além de vilas alpinas que mantêm um clima calmo e acolhedor mesmo na alta do inverno.
O país é uma ótima alternativa pra quem quer esquiar ou curtir paisagens nevadas sem pagar preços elevados. Em fevereiro, a Eslováquia entrega um inverno genuíno, menos turístico e muito mais econômico, perfeito pra quem busca romantismo, natureza e experiências locais longe dos circuitos tradicionais.
Andorra
Fevereiro é o auge da temporada de inverno em Andorra, com neve abundante e pistas em condições ideais. O país é conhecido por seus grandes domínios de esqui, como Grandvalira, que oferece infraestrutura excelente tanto pra iniciantes quanto pra quem já esquia há anos. Além do esporte, vilas de montanha, restaurantes acolhedores e après-ski animado completam a experiência.
O grande diferencial de Andorra em fevereiro é a combinação de qualidade e custo mais acessível em comparação aos Alpes franceses ou suíços. O país também é compacto, o que facilita deslocamentos, e tem uma atmosfera intimista que funciona muito bem pra viagens românticas no inverno, sem o excesso de turistas de destinos mais famosos.

Bósnia e Herzegovina
Sarajevo no inverno é surpreendente. Fevereiro traz neve, montanhas ao redor da cidade e uma atmosfera única, onde influências europeias e orientais se misturam. É um ótimo mês pra visitar mercados, cafés históricos, mesquitas e museus, além de aproveitar pequenas áreas de esqui próximas à capital.
A Bósnia e Herzegovina é um destino perfeito ara fevereiro por ser pouco explorado e muito acessível. O frio deixa a cidade mais intimista, ideal pra quem gosta de caminhar sem pressa, comer bem e mergulhar na história local.
Eslovênia
A Eslovênia em fevereiro é um convite ao inverno tranquilo. Destinos como o Lago Bled ficam ainda mais mágicos com neve, criando um cenário romântico e silencioso, perfeito pra caminhadas curtas, cafés à beira do lago e hospedagens charmosas. Também é um bom período pra aproveitar pequenas estações de esqui e regiões alpinas menos conhecidas.
Viajar pra Eslovênia nesse mês significa fugir do turismo de massa e viver um inverno mais autêntico e equilibrado. Os preços costumam ser mais baixos do que nos grandes destinos alpinos, e o país permite combinar natureza, vilarejos e cidades pequenas sem longos deslocamentos.
Fevereiro é o mês ideal pra quem quer neve de verdade, clima romântico e experiências mais calmas. Esses países mostram que dá pra viver o inverno europeu intensamente sem enfrentar multidões e sem estourar o orçamento.

Março na Europa
Março é um mês de transição inteligente: O frio começa a dar trégua, os dias ficam mais longos e a Europa sai do modo hibernação. É quando muitas cidades voltam a pulsar, mas ainda sem multidões, com preços justos e um clima perfeito para explorar a pé.
Macedônia do Norte
Março é ideal pra visitar a Macedônia do Norte, especialmente cidades como Ohrid, às margens do lago. O frio já não é tão intenso, mas o país ainda está longe do turismo de verão, o que cria uma sensação de descoberta constante.
Com um ritmo tranquilo e custos baixos, março é perfeito pra explorar igrejas antigas, centros históricos e paisagens naturais sem pressa. É um destino que surpreende quem busca uma Europa menos conhecida, mais humana e cheia de identidade.
Geórgia
Março é um mês excelente pra visitar a Geórgia porque marca o início da transição do inverno rigoroso pra uma primavera mais suave, especialmente nas cidades. Em Tbilisi, os dias começam a ficar mais longos e agradáveis pra caminhar pelas ruas antigas, explorar banhos termais, mercados locais e cafés, sem o frio extremo nem o movimento intenso do verão.
Além disso, março permite vivenciar a Geórgia de forma muito autêntica. O turismo ainda é baixo, os preços são acessíveis e a hospitalidade local se destaca. É um ótimo momento pra mergulhar na cultura, na gastronomia e nos vinhos georgianos, entendendo o país com calma antes do início da alta temporada.

Bélgica
Março é quando a Bélgica começa a sair do inverno, trazendo temperaturas mais amenas e um clima perfeito pra explorar cidades compactas como Bruxelas, Bruges e Ghent a pé. Os parques começam a ganhar cor, os cafés voltam a colocar mesas do lado de fora e a experiência urbana fica muito mais agradável do que nos meses mais frios.
Viajar pra Bélgica em março significa aproveitar o país antes do fluxo intenso de turistas da primavera e do verão. Os preços ainda estão mais equilibrados, as cidades ficam menos cheias e é possível aproveitar com calma a gastronomia, as cervejas artesanais e a arquitetura histórica, tornando o mês ideal pra quem gosta de city trips bem planejadas e sem pressa.
Suíça
Março é um mês estratégico pra visitar a Suíça porque combina o fim da temporada de inverno com dias um pouco mais longos e agradáveis. Ainda é possível aproveitar paisagens alpinas cobertas de neve, vilarejos de montanha charmosos e estações de esqui em pleno funcionamento, mas com uma atmosfera menos lotada do que em fevereiro.
Além disso, março costuma oferecer um melhor equilíbrio entre custo e experiência dentro do padrão suíço. Com menos turistas internacionais, algumas regiões ficam mais tranquilas e certas hospedagens ajustam preços após o pico do inverno. É um ótimo mês pra quem quer vivenciar o lado clássico dos Alpes, alternando neve, natureza e cidades organizadas, sem o ritmo intenso da alta temporada.
Março é o mês de quem gosta de viajar com inteligência: Clima equilibrado, cidades despertando e experiências mais humanas. Esses países mostram que o “meio do caminho” entre inverno e primavera pode ser um dos melhores momentos do ano pra explorar a Europa.

Abril na Europa
Abril marca a primavera em pleno florescer em grande parte da Europa. As temperaturas ficam agradáveis, os parques ganham cor, as cidades voltam a pulsar e viajar se torna mais leve: Menos frio, mais calor e ainda sem o caos da alta temporada.
República Tcheca
Abril é um dos melhores meses pra visitar a República Tcheca, especialmente Praga. Os parques e jardins da cidade começam a florescer, os dias ficam mais longos e caminhar pelas ruas históricas se torna muito mais agradável do que no inverno ou no verão cheio de turistas.
Além da capital, abril é ideal pra explorar vilas históricas, castelos e áreas naturais ao redor, com trilhas leves e paisagens verdes. Os preços ainda estão relativamente equilibrados, tornando o mês perfeito pra quem quer cultura, arquitetura e natureza sem enfrentar multidões.
Áustria
Na Áustria, abril representa a transição perfeita entre o inverno alpino e a primavera urbana. Cidades como Viena começam a se encher de vida, com parques floridos, cafés ao ar livre e eventos culturais retomando força.
Ao mesmo tempo, regiões montanhosas oferecem trilhas acessíveis, lagos e vilarejos charmosos sem o movimento intenso do verão. Abril é ideal pra quem quer equilibrar cultura, natureza e tranquilidade, aproveitando a Áustria em seu ritmo mais elegante.

França
Abril é um dos meses mais agradáveis pra viajar pela França, quando a primavera começa a transformar cidades e paisagens. Paris e outras cidades ganham parques floridos, dias mais longos e uma energia renovada, perfeita para caminhar sem o frio intenso do inverno ou o calor do verão. É um ótimo período pra explorar bairros históricos, museus e cafés com mais leveza.
Além das grandes cidades, abril funciona muito bem pra regiões como o interior e áreas vinícolas, onde a natureza desperta e o turismo ainda é moderado. Os preços seguem mais equilibrados do que na alta temporada e a experiência é mais autêntica, ideal pra quem quer vivenciar a França com charme, tranquilidade e ritmo local.
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Montenegro
Abril é um dos melhores meses pra visitar Montenegro, quando a primavera começa a transformar o país sem a pressão do turismo de verão. As temperaturas ficam agradáveis pra caminhar pelas cidades costeiras históricas, como Kotor e Perast, explorar centros antigos, trilhas leves e mirantes com vista pro Adriático, tudo com muito mais tranquilidade.
Além do clima ideal, abril oferece excelente custo-benefício. O fluxo turístico ainda é baixo, os preços de hospedagem são mais acessíveis e o país mantém um ritmo local autêntico.
Abril é aquele mês que agrada quase todo tipo de viajante: Natureza viva, cidades pulsando e clima perfeito para explorar. Esses países mostram como a primavera europeia pode ser diversa, acessível e cheia de experiências memoráveis.

Maio na Europa
Maio é um dos melhores meses do ano pra viajar: Os dias já estão longos, o clima é agradável em grande parte da Europa e os preços ainda não dispararam como no verão. É o momento perfeito pra caminhar bastante, explorar natureza e cidades, e sentir os destinos funcionando em ritmo real e não turístico demais.
Açores
Maio é um dos melhores meses pra visitar os Açores, quando a natureza está no auge. As ilhas ficam extremamente verdes, as flores tomam conta das paisagens e o clima começa a ficar mais estável, ideal pra trilhas, mirantes, lagoas e passeios ao ar livre.
Outro grande diferencial de maio é o equilíbrio entre clima e preços. Ainda não é alta temporada, o que significa menos turistas e custos mais controlados em hospedagem e passeios.
Turquia
Maio é um mês excelente pra explorar a Turquia, especialmente cidades como Istambul e regiões históricas. As temperaturas são ideais pra caminhar longas distâncias, visitar mesquitas, mercados, bairros antigos e pontos turísticos sem o calor intenso do verão ou o frio do inverno.
Além do clima, maio oferece uma experiência muito mais equilibrada em termos de turismo. O país ainda não está lotado, os preços são mais acessíveis e é possível aproveitar a gastronomia, a cultura e a vida local com mais calma.
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Espanha
Na Espanha, maio é praticamente perfeito. As temperaturas são agradáveis em quase todo o país, permitindo explorar cidades históricas, bairros antigos, praças, parques e até praias sem o calor extremo que chega no verão. A vida urbana acontece ao ar livre, com clima animado e confortável.
Além disso, maio ainda foge da alta temporada turística. Os preços são mais justos, as cidades estão menos cheias e a experiência é muito mais fluida. É um mês ideal pra quem quer sentir a energia espanhola pulsando (cultura, gastronomia e convivência) sem enfrentar filas ou multidões.
Ilha da Madeira
Maio é um dos meses mais especiais pra visitar a Ilha da Madeira. A primavera deixa a ilha florida, os dias são longos e o clima é perfeito pra trilhas pelas levadas, caminhadas costeiras e exploração de vilas e mirantes com vista pro Atlântico.
O turismo ainda não atingiu o pico do verão, o que garante preços mais equilibrados e uma experiência mais tranquila. É o momento ideal para aproveitar a Madeira em seu ritmo natural, combinando natureza, descanso e atividades ao ar livre.
Maio é o mês de quem viaja com estratégia: Dias longos, clima agradável e destinos funcionando no ponto ideal. Esses quatro lugares entregam experiências completas antes da explosão de preços e turistas do verão.
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Junho na Europa
Junho é aquele mês estratégico em que o verão já chegou, mas a alta temporada ainda não. Os dias são longos, o clima está ótimo pra praia e cidade, e os preços (especialmente de hospedagem) costumam ser bem mais justos do que em julho e agosto.
Grécia
Junho é um mês excelente pra visitar a Grécia porque o clima já está totalmente voltado pro verão, mas sem o calor extremo e a superlotação de julho e agosto. As ilhas e regiões costeiras funcionam em plena atividade, com mar agradável, dias longos e condições ideais para passeios ao ar livre.
Além disso, viajar pra Grécia em junho costuma ser mais vantajoso financeiramente. Ainda é possível encontrar melhores preços em hospedagem e transporte, e a experiência é muito mais fluida, com menos filas e menos disputa por espaços. É o mês perfeito pra viver a Grécia de forma leve, ensolarada e sem estresse.
Albânia
Junho é um dos melhores meses pra visitar a Albânia, especialmente a região costeira. O mar já está agradável, as temperaturas são quentes sem exageros e as cidades litorâneas funcionam em ritmo leve, antes da chegada em massa do turismo europeu de verão. É o momento ideal pra explorar praias, vilas históricas e paisagens naturais com tranquilidade.
Em junho, a Albânia ainda mantém preços acessíveis em hospedagem, alimentação e transporte, mesmo em áreas próximas ao mar. É o destino perfeito pra quem quer sentir o clima de verão europeu sem enfrentar multidões nem gastar como em destinos mais famosos do Mediterrâneo.
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Mallorca
Junho é um dos melhores meses pra visitar Mallorca, quando a ilha começa a entrar no clima de verão, mas ainda sem o excesso de turistas de julho e agosto. As temperaturas são agradáveis, o mar já está ótimo pra banho e os dias longos permitem aproveitar praias, vilas costeiras, trilhas e mirantes com calma.
A infraestrutura turística funciona plenamente, mas os valores de hospedagem e passeios ainda não atingiram o pico da alta temporada.
Portugal
Portugal em junho entrega o que muita gente busca no verão europeu: Clima agradável, dias longos e cidades vibrantes, mas ainda longe do pico turístico. É um ótimo mês pra explorar tanto cidades históricas quanto regiões costeiras, aproveitando praias, mirantes e caminhadas urbanas com conforto.
O país começa a entrar no clima de verão, mas sem os valores inflacionados de julho e agosto. Pra quem quer combinar cultura, gastronomia e mar em um ritmo agradável, junho é um dos melhores momentos do ano pra visitar Portugal.
Junho é o “segredo” de quem viaja bem: Verão chegando, destinos funcionando a pleno vapor e ainda sem caos. Esses países mostram como antecipar o verão pode render mais experiências, menos perrengue e melhor custo-benefício.
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Julho na Europa
Julho pede destinos que saibam lidar com calor, férias escolares e fluxo alto de viajantes. A melhor escolha são países com lagos, mares mais frios ou infraestrutura bem distribuída, onde o verão é vivido ao ar livre sem sensação constante de aperto.
Alemanha
Julho é um mês excelente pra explorar a Alemanha além das grandes cidades. Regiões como a Baviera e o norte do país oferecem lagos próprios pra banho, áreas verdes extensas e cidades bem estruturadas pro verão. É o período ideal pra nadar em lagos, pedalar, fazer trilhas leves e aproveitar parques urbanos cheios de vida.
A grande vantagem da Alemanha em julho é a distribuição do turismo. Mesmo sendo um país muito visitado, o fluxo se espalha bem, evitando a sensação de superlotação. O clima é quente, mas raramente extremo, e o país funciona com eficiência máxima no verão, tornando a experiência confortável e organizada.
Escócia
Julho é um dos melhores meses pra conhecer a Escócia. Lagos, ilhas e praias de água fria ficam acessíveis, os dias são longos e a natureza está no auge. É o momento ideal pra explorar lochs, trilhas costeiras e pequenas vilas sem enfrentar o clima instável do restante do ano.
Além disso, o verão escocês não sofre com calor excessivo, o que torna julho perfeito pra quem quer fugir do abafamento do sul da Europa. Mesmo com mais visitantes, a Escócia mantém uma sensação de espaço e liberdade, sendo um ótimo destino pra um verão mais fresco, ativo e fora do óbvio.
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Lituânia
Julho é o auge do verão na Lituânia, quando o país aproveita intensamente seus lagos, florestas e praias do Mar Báltico. O clima é agradável, os dias são longos e a vida acontece ao ar livre, seja em áreas naturais ou em cidades costeiras menos exploradas pelo turismo internacional.
A Lituânia funciona muito bem em julho porque oferece verão de verdade sem multidões esmagadoras. Os preços continuam mais acessíveis do que em destinos populares e a experiência é tranquila, perfeita pra quem quer combinar natureza, água e cidades compactas em um ritmo confortável.
Dinamarca
Julho é o auge do verão dinamarquês e o mês em que o país está mais vivo. Os dias são longos, as temperaturas costumam ser agradáveis (sem calor sufocante) e a vida acontece ao ar livre. Copenhague e outras cidades ficam cheias de gente pedalando, nadando em áreas próprias pra banho urbano, aproveitando parques, canais e praias próximas à cidade.
Outro ponto forte é que a Dinamarca lida muito bem com a alta temporada. Mesmo sendo julho, o turismo não fica caótico como em destinos mediterrâneos, porque a infraestrutura é excelente e os espaços são bem distribuídos. O mar é mais frio, mas totalmente parte da experiência local, e o clima ameno torna julho ideal pra explorar cidades, ilhas e áreas costeiras com conforto.
Julho não precisa ser sinônimo de perrengue. Esses países mostram que dá pra viver o verão europeu com água, natureza e espaço, escolhendo destinos que realmente funcionam nessa época e que muita gente ainda ignora.

Agosto na Europa
Agosto é o mês mais intenso do verão europeu. Férias escolares, calor alto e destinos clássicos completamente lotados fazem muita gente achar que viajar nessa época é sinônimo de perrengue. Mas a verdade é que o problema não é o mês, mas sim a escolha do destino.
Sérvia
Agosto é um ótimo mês pra aproveitar a Sérvia ao ar livre. O calor existe, mas a vida acontece perto da água: rios largos, ilhas fluviais e áreas de banho natural viram pontos de encontro locais. Cidades como Belgrado ganham praias urbanas no Danúbio e no Sava, além de parques, bares ao ar livre e festivais de verão.
A grande vantagem da Sérvia em agosto é o custo baixo aliado a uma cena jovem e vibrante. Mesmo em pleno verão, o país não sofre com turismo internacional em massa, o que garante uma experiência mais local, preços acessíveis e sensação real de espaço.
Kosovo
Agosto funciona muito bem no Kosovo pra quem busca natureza e temperaturas mais equilibradas fora das grandes rotas turísticas. Lagos de montanha, áreas verdes e cidades compactas oferecem um verão simples, com foco em caminhadas, paisagens naturais e pausas refrescantes perto da água.
Por ser um destino ainda pouco explorado, o Kosovo é extremamente barato em agosto. Hospedagem, alimentação e transporte custam bem menos do que em países vizinhos, e o turismo praticamente não pressiona a infraestrutura local.

Moldávia
Na Moldávia, agosto é um mês tranquilo e surpreendentemente agradável pra quem gosta de viagens lentas. Rios, lagos e áreas rurais oferecem refúgio do calor, enquanto cidades menores mantêm um ritmo calmo, longe de qualquer sensação de alta temporada.
O país é um dos mais baratos da Europa e praticamente inexistente nos roteiros de verão tradicionais. Em agosto, isso se traduz em preços baixos, contato direto com a cultura local e uma experiência totalmente fora do radar.
Armênia
Agosto é um mês muito interessante pra visitar a Armênia porque o país combina verão seco, céu limpo e natureza em destaque, especialmente fora das grandes cidades. Regiões montanhosas, lagos e áreas rurais oferecem temperaturas mais agradáveis do que se imagina, criando um ótimo cenário pra trilhas, mirantes e passeios ao ar livre. O Lago Sevan, por exemplo, vira ponto de encontro local pra nadar, descansar e escapar do calor.
Outro grande atrativo da Armênia em agosto é o baixo custo e o turismo ainda limitado. Mesmo no pico do verão europeu, o país permanece fora do radar da maioria dos viajantes, o que garante preços acessíveis e uma experiência muito mais autêntica.
Agosto não precisa ser sinônimo de preços exorbitantes. Esses países mostram que dá pra viver o verão europeu com água, espaço e preços baixos, escolhendo destinos que ainda passam longe do turismo de massa.

Setembro na Europa
Setembro é o mês queridinho de quem viaja com experiência. O calor continua, o mar segue convidativo e os dias ainda são longos, mas as multidões do auge do verão começam a ir embora. Os preços baixam, o ritmo desacelera e os destinos mostram sua melhor versão.
Malta
Em setembro, Malta entrega tudo o que promete no verão, mas sem caos. O mar continua quente, perfeito pra mergulho e passeios de barco, enquanto as cidades históricas ficam mais agradáveis pra explorar a pé, sem o calor extremo de agosto.
O país ainda está totalmente ativo, mas com menos pressão turística. É o mês perfeito pra combinar praias, história e vida urbana, aproveitando Malta de forma mais leve e organizada.
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Chipre
Setembro é um dos melhores meses do ano pra visitar o Chipre. O mar está no ponto ideal, as temperaturas seguem quentes e as praias ficam muito mais agradáveis sem o excesso de turistas do verão europeu. É um período excelente pra aproveitar o litoral, explorar vilas costeiras e visitar sítios arqueológicos com mais conforto.
Com a saída das férias escolares, o país entra em um ritmo mais local, mantendo boa infraestrutura turística, mas com menos lotação.
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Irlanda
Na Irlanda, setembro ainda é verão em termos de paisagem e luz. O clima costuma ser mais estável, os campos seguem verdes e os dias continuam longos o suficiente pra explorar estradas cênicas, falésias, lagos e vilarejos costeiros com calma.
Viajar pra Irlanda em setembro significa aproveitar a natureza no auge, mas com menos visitantes do que em agosto. É um ótimo mês pra road trips, trilhas leves e experiências ao ar livre, sem calor intenso e sem multidões.
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Croácia
Setembro é considerado por muitos o melhor mês pra visitar a Croácia. O mar Adriático permanece quente, as ilhas e cidades costeiras continuam vibrantes, mas com bem menos turistas do que em julho e agosto. É ideal pra passeios de barco, praias e caminhadas por centros históricos.
Com o fim do pico do verão, preços de hospedagem e passeios tendem a cair, enquanto o clima segue excelente. Setembro permite curtir a Croácia com mais espaço, menos filas e uma experiência muito mais agradável.
Setembro é o mês em que a Europa respira e o viajante também. Esses países mostram como é possível viver o verão até o fim, com mais conforto, melhores preços e experiências muito mais autênticas.

Outubro na Europa
Outubro é aquele mês perfeito pra quem gosta de viajar com calma. O outono pinta as paisagens, o calor do verão já ficou para trás e as cidades entram em um ritmo mais local. É quando a Europa fica mais sensorial: Sabores mais intensos, ruas mais tranquilas e experiências muito mais autênticas.
Espanha
Na Espanha, outubro é sinônimo de equilíbrio. O clima fica mais confortável, ideal pra explorar cidades, caminhar por bairros antigos, visitar mercados e aproveitar a vida urbana sem o calor extremo do verão.
Além disso, é um mês excelente pra quem gosta de comer bem. A gastronomia espanhola entra em uma fase mais rica e sazonal, e as cidades ficam menos cheias, permitindo uma experiência mais local. Outubro é perfeito para viver a Espanha com calma, sabor e autenticidade.
Itália
Outubro é um mês maravilhoso pra viajar pela Itália, especialmente pra quem quer fugir do calor e das multidões do verão. As temperaturas ficam ideais pra caminhar por cidades históricas, visitar vilarejos, explorar centros antigos e aproveitar museus e igrejas com mais tranquilidade.
Além disso, outubro é um mês fortíssimo pra gastronomia italiana. Colheitas, vinhos, trufas e pratos sazonais ganham destaque, tornando a experiência ainda mais rica. É quando a Itália se mostra menos turística e mais verdadeira, perfeita pra quem quer viver o país com tempo e profundidade.
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Portugal
Outubro é um dos meses mais agradáveis pra viajar por Portugal. As temperaturas continuam amenas, perfeitas pra explorar cidades históricas, regiões vinícolas e vilas costeiras sem o calor intenso nem a lotação do verão.
Outubro marca a época das vindimas e de pratos mais reconfortantes, além de vinhos frescos e experiências mais locais. Com menos turistas, Portugal em outubro oferece uma viagem mais tranquila, saborosa e com ótimo custo-benefício.
Inglaterra
Na Inglaterra, outubro traz paisagens outonais clássicas: Parques cobertos de folhas, campos em tons dourados e cidades com clima acolhedor. É um ótimo mês pra explorar Londres e outras cidades a pé, visitar bairros históricos, museus e mercados sem o fluxo intenso do verão.
O outono também combina muito com o estilo de vida inglês: Cafés, pubs e vilarejos ganham ainda mais charme, e o ritmo mais calmo favorece viagens culturais e urbanas. Outubro é ideal pra quem gosta de cidades cheias de história, mas sem a correria da alta temporada.
Outubro é o mês de quem prefere viajar sentindo o lugar. Menos filas, mais sabores, paisagens lindas e cidades respirando. Esses países mostram como o outono europeu pode ser uma das melhores épocas do ano para explorar o continente.
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Novembro na Europa
Novembro é o mês ideal pra quem sabe viajar fora do hype. O ritmo desacelera, os preços caem e os países do norte entram em uma atmosfera intimista e acolhedora, perfeita pra cafés, paisagens dramáticas e experiências únicas que só fazem sentido nessa época do ano.
Finlândia
Na Finlândia, novembro marca a transição pro inverno profundo, criando um clima silencioso e aconchegante. As cidades ficam mais tranquilas, os cafés ganham protagonismo e experiências como sauna se tornam ainda mais especiais. É um ótimo mês pra explorar o lado urbano e cultural do país com calma.
Além disso, novembro oferece preços mais baixos e menos turistas, especialmente fora das regiões mais conhecidas. Pra quem busca introspecção, bem-estar e um contato mais real com o estilo de vida finlandês, esse mês entrega uma experiência autêntica e longe do turismo de massa.
Islândia
Novembro é um dos melhores meses pra viver a Islândia de forma mais acessível e menos concorrida. As paisagens continuam impressionantes, com cachoeiras, campos de lava e regiões vulcânicas ganhando um ar ainda mais dramático com o início do inverno. É também um ótimo período pra visitar fontes termais e spas naturais, aproveitando o contraste entre o frio externo e a água quente.
Outro grande atrativo é a chance real de ver a aurora boreal, que começa a aparecer com mais frequência em novembro.
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Suécia
Novembro na Suécia é marcado por um ritmo mais lento e acolhedor. As cidades entram em modo “aconchego”, com cafés, bibliotecas, museus e espaços culturais ganhando destaque. É um ótimo período pra explorar Estocolmo e outras cidades com menos visitantes e mais tranquilidade.
Com a queda da demanda turística, é mais fácil encontrar hospedagens com preços melhores, enquanto o clima convida a experiências urbanas, gastronômicas e culturais.
Noruega
Na Noruega, novembro traz paisagens impressionantes com menos movimento e um clima mais introspectivo. Os fiordes ficam ainda mais silenciosos, as cidades ganham um ar acolhedor e a natureza assume tons mais dramáticos, perfeitos pra quem aprecia viagens contemplativas.
Apesar de ser um país caro, novembro representa uma janela inteligente pra visitar a Noruega com menos gastos. Com menos turistas, alguns preços caem e a experiência se torna mais fluida.
Novembro prova que viajar fora da alta temporada pode ser uma das melhores decisões. Esses países mostram como o frio, o silêncio e os preços mais baixos criam experiências profundas, aconchegantes e memoráveis.

Dezembro na Europa
Dezembro transforma cidades europeias em cenários de filme: Luzes nas ruas, cheiro de vinho quente, músicas natalinas e mercados cheios de vida. A boa notícia é que não precisa ir aos destinos mais caros pra viver essa experiência. Vários países oferecem mercados lindos, tradição forte e excelente custo-benefício.
Polônia
Dezembro é um mês especial pra visitar a Polônia, quando cidades como Cracóvia, Varsóvia e Wrocław ganham mercados de Natal charmosos, cheios de barracas de comida típica, artesanato e iluminação caprichada. O frio ajuda a criar o clima perfeito pra caminhar pelos centros históricos, entrar em igrejas, cafés e mercados cobertos.
Além do visual encantador, a Polônia se destaca pelos preços acessíveis mesmo em dezembro. Hospedagem, alimentação e transporte custam menos do que em outros países da Europa Central, tornando o país uma ótima escolha pra viver o Natal europeu sem gastar muito.
República Tcheca
A República Tcheca é um clássico do Natal europeu e dezembro é quando ela brilha de verdade. Praga e outras cidades históricas ficam tomadas por mercados natalinos, árvores iluminadas e uma atmosfera acolhedora que combina perfeitamente com o inverno.
Apesar da fama, o país ainda mantém um bom custo-benefício, especialmente fora do Réveillon. É possível aproveitar mercados lindos, gastronomia típica e arquitetura impressionante gastando bem menos do que em destinos mais disputados da mesma época.
Hungria
Dezembro é um mês encantador pra visitar a Hungria, especialmente Budapeste. Os mercados de Natal ocupam praças centrais com luzes, música, comidas quentes e artesanato, criando um ambiente animado e acolhedor mesmo nos dias frios.
A Hungria continua sendo mais barata do que muitos países vizinhos, e dezembro permite combinar mercados de Natal com experiências únicas, como banhos termais no inverno, tornando a viagem ainda mais especial sem pesar no bolso.
Romênia
Na Romênia, dezembro traz um Natal mais tradicional e autêntico. Cidades da Transilvânia e capitais regionais montam mercados com foco em produtos locais, comidas típicas e apresentações culturais, tudo em um ritmo mais local e menos turístico.
O grande diferencial da Romênia é o baixo custo aliado a uma experiência rica. Mesmo em dezembro, os preços seguem acessíveis, e o clima de inverno reforça o charme das cidades históricas, criando uma viagem de fim de ano aconchegante e fora do óbvio.
Dezembro não precisa ser sinônimo de viagem cara. Esses países provam que dá pra viver o Natal europeu com mercados lindos, tradição forte e clima mágico. Tudo isso com preços mais acessíveis e experiências autênticas.

Destinos pra viajar pra Europa em 2026
Janeiro: Estônia, Polônia, Romênia, Hungria
Fevereiro: Eslováquia, Andorra, Bósnia e Herzegovina, Eslovênia
Março: Macedônia do Norte, Geórgia, Bélgica, Suíça
Abril: República Tcheca, Áustria, França, Montenegro
Maio: Açores, Turquia, Espanha, Ilha da Madeira
Junho: Grécia, Albânia, Mallorca, Portugal
Julho: Alemanha, Escócia, Lituânia, Dinamarca
Agosto: Sérvia, Kosovo, Moldávia, Armênia
Setembro: Malta, Chipre, Irlanda, Croácia
Outubro: Espanha, Itália, Portugal, Inglaterra
Novembro: Finlândia, Islândia, Suécia, Noruega
Dezembro: Polônia, República Tcheca, Hungria, Romênia
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Beijos e até a próxima.
Mary Teles








