Trilha da hidrelétrica até Águas Calientes [Cap.15]

3

BOLÍVIA – CHILE – PERU EM 23 DIAS (ABRIL/2016) POR $ 1.300,00 DÓLARES NA VIAGEM

[T-U-D-O MESMO = $1.900,00 dólares]

 

CAP.15: Trilha da hidrelétrica até Águas Calientes

14/4/2016

Acordamos cedão pra tomar café porque a van iria nos pegar 7:20 em frente ao hostel. Como o café da manhã no Wild Rover começava às 7:30 ou 8:00 (não lembro agora), eu e Elisa fizemos uns pães com geleia pro Vagner e pra Pate que nos encontraram lá no Pariwuana.

Eu e Elisa fomos fazer o check-out na recepção e pedimos pra moça guardar nossos mochilões na sala de bagagem, já que só levaríamos as mochilas de ataque para Águas Calientes. A moça disse que sim, colocou uma tag com nossos nomes e nos deu um recibinho que deveríamos mostrar pra retirar os mochilões. Eu e Elisa pagamos 70,00 soles das duas diárias e 22,00 soles das nossas bebidas do bar na noite da loucura total, lembram? Eles anotam nossos nomes e colocam na conta em vez da gente ter que pagar na hora.

Nós quatro resolvemos tomar um chá de folha de coca pra já ir preparando o corpo pra altitude e pras infinitas voltas que já sabíamos que a van daria até chegar na hidrelétrica. Não sei se mencionei antes, mas o chá de folha de coca é ótimo pra várias dores e mal estar que você possa sentir ou também funciona muito bem como preventivo disso tudo!

Enfim, estávamos prontinhos esperando a van, até que deu 7:20, 7:30, 7:40, 7:45…. Nós estávamos bem preocupados com o horário e começamos a pensar que poderíamos ter sido enganados. Mandei um whatsapp pro Samuel perguntando onde estava nossa van e ele disse que ia ligar pro rapaz que deveria pegar a gente. Samuel respondeu dizendo que o moço já tava chegando e quando foi 7:50 o cara chega gritando a gente.

Seguimos o cara até a Plaza e ficamos esperando muitooo tempo até a van chegar. Eu já queria socar a cara daquele maluco que ficava repetindo: só mais 10 minutinhos, mais 10 agora, tá quase chegando… Que ódioooo! Não chegava nunca! Aí eu falei pra ele ser sincero e me dizer exatamente em quanto tempo a caceta da van ia chegar e que queria ver ele ligando, porque ele fingia que tava falando com alguém no telefone, mas tava po**a nenhuma! Aí nisso parou uma van por volta das 8:30 e entramos.

Dica: Tente não sentar nos assentos do meio, porque como são curvas infinitas, você fica parecendo gado de um lado pro outro.

Demos uma cochilada até a primeira parada prevista para às 10:00 numa lanchonete de beira de estrada para quem quisesse tomar café da manhã. Como a gente já tinha comido uns pães borrachudos no hostel, estávamos sem fome. Aproveitamos aquela parada para ir ao banheiro (última parada para banheiros antes do almoço, que estava previsto para 13:30) e comprar umas bananas pra viagem.

Voltamos pra van e seguimos nosso rumo. Depois de longas horas que pareciam intermináveis com curvas chatinhas durante todo trajeto, chegamos ao nosso restaurante em Santa Teresa. Era Buffet (comida liberada), mas sem muitas opções legais e também, ninguém tava querendo arriscar e comer muito porque estávamos guardando nossa saúde para Machu Picchu. Nada poderia dar errado antes da gente chegar lá. Então, nada de comida temperada, molhos estranhos ou qualquer coisa que pudesse nos deixar indispostos. Pagamos 10,00 soles e depois fomos na mercearia do lado comprar um sorvetinho de sobremesa (pagamos 2,10 soles).

Todos aproveitaram para ir ao banheiro de novo e seguimos viagem! Tínhamos mais 1h30min de curvas e mais curvas, mas agora com uma estrada bizarramente ruim, de pedra e super estreita (antes era asfaltado). Genteeee! Sem sacanagem! Eu me forçava a dormir ou manter meus olhos fechados pra não ver os penhascos que a gente tava passando com a roda quase saindo da estrada. Tivemos várias vezes sustinhos da galera gritar porque a gente achava que ou ia cair ou ia bater!

Se você quer ir a Machu Picchu com MUITA EMOÇÃO, vá de van e faça a trilha da hidrelétrica!

 

Aí teve até uma hora que um carro veio e a van foi e os dois quase bateram, porque ninguém quis ceder a vez e aí ficamos presos porque ninguém dava ré. PQP! Até que a nossa van deu uma rezinha e o carro passou. Eu juro que deve ter sido Deus que segurou a roda daquele carro, porque tinha tudo pra ter caído daquele penhasco bizarro.

Enfim, depois de 3456 curvas, finalmente chegamos à hidrelétrica às 15:00 e o Elvis, um cara que parecia ser o despachante das vans, veio dar as indicações sobre a volta, que deveríamos estar pontualmente às 14:30 no dia 16/4 naquele mesmo lugar e procurar por ele.

Elvis frisou 1000 vezes que deveríamos estar pontualmente lá no dia da volta, porque tinha gente que ia pra Puno no ônibus das 22:00 e não podia perder (era o nosso caso) e disse também que quem não tivesse lá na hora ele não ia esperar (olhaaa o terror psicológico que o cara fez), mas pra gente tava ótimo porque precisávamos mesmo chegar a tempo em Cusco pra pegar o bus pra Puno. Ah! Ele também disse, que quem fosse pegar o trem pra Águas Calientes era pra acompanhar ele e também falou lá os valores do trem pra estrangeiros e nacionais, que eu juro que colocaria aqui pra vocês se eu não tivesse tão ansiosa na hora e tivesse cagado baldes pro que ele tava falou após: “estejam aqui às 14:30 no dia 16/4”. Depois dessa frase eu não ouvi mais nada, eu só queria colocar a mochila nas costas e começar a trilha. #foimalae

Enfim, recado dado, passamos protetor solar e partimos andando rumo a Águas Calientes. Começamos num ritmo bom, mas depois decidimos ir com mais calma porque, afinal, éramos três sedentárias e um ciclista, então não dava pra sair correndo que nem a galera que tava na nossa frente.

Como eu li em muitos relatos, de fato muita gente faz essa trilha andando, então, não tem perigo nenhum de ir sozinho(a) ou achar que vai se perder porque não tem erro! É SÓ SEGUIR O TRILHO DO TREM!

Andamos uns 20 minutos e quando nos demos conta, nós éramos os primeiros fazendo a trilha, todo mundo que tava na nossa frente tinha sumido. Aí pensamos: caracaaa! Essa galera é muito rápida! E continuamos andando. Até que depois de mais uns 10 minutos andando a gente se depara com um paredão de rocha e o trilho do trem tinha acabado. Hahahahahahahahaa

Fudeuuuuuu! Como segue o trilho do trem sem trilho? Quando a gente olha pra trás, tem uns 5 ou 6 mochileiros vindo na nossa direção aí a gente perguntou: Vocês sabem se é por esse caminho mesmo? Aí eles disseram rindo meio que sem graça: A gente tava seguindo vocês! Hahahahahahaha

Eis que brota do chão um cara do meio de uma trilha que era meio íngreme ao lado desse paredão. Perguntamos se o caminho de Águas Calientes era aquele e ele disse que sim! Subimos meio que escorregando nessa trilha bem íngreme, porque o chão era de terra seca, então o tênis não tava criando atrito. Passamos debaixo de uns troncos caídos, pulamos outros e eu só pensava: Caraaa a gente com certeza fez alguma coisa errada. Ninguém nunca relatou isso. Todo mundo diz que a trilha da hidrelétrica é plana e super tranquila e a gente lá se agarrando em galho, escorregando, dando mão pro coleguinha pra puxar ele…. Mó sufoco desnecessário!

Depois descobrimos que no meio desse caminho de trilhos que a gente seguiu, bem antes da gente chegar nesse paredão sem saída, tinha uma placa indicando pra subir, porque lá em cima tinha o trilho verdadeiro do trem. Como a gente tava andando distraído, não vimos essa placa, passamos direto e seguimos o trilho antigo que fica na parte de baixo, no mesmo nível do local que descemos da van, mas na verdade você precisa ir tipo pra um nível acima através de uma trilha marcada (tipo degraus naturais) pra poder seguir de fato o caminho dos trilhos ativos. Enfim! Fiquem atentos hein!

Seguimos os trilhos do trem super de boa. Paisagens maravilhosas, natureza sensacional e um ar super puro e fresquinho batendo nos nossos cabelos e na careca do Vagner rs. Há um bom espaço nas laterais e você consegue escutar o trem de longe dando sinal, então é só chegar pro lado e esperar ele passar (só passou um trem durante todo o tempo que estivemos caminhando)! A média de duração da trilha é de 2 horas (pessoal com condicionamento físico tinindo) até 4 horas (pra galera que anda mais devagar).

A gente fez a trilha de quase 13 km em 2h30min porque paramos várias vezes pra tirar foto, descansar, curtir o visual e no finalzinho acabamos apertando o passo porque começou a anoitecer e ficar bem escuro e até um pouco perigoso (principalmente quando passamos dentro do túnel e não conseguíamos enxergar um palmo na nossa frente – usamos só a lanterninha do celular rs).

A trilha é linda demais! Maravilhosa! Tem uma ponte enorme de aço bem bonita que fica sobre um rio bem largo que já é parada certa pra todo mochileiro tirar foto rs. Tem também uns riachos e uns paredões maravilhosos. Aiii é tudo muito lindo e vale muito a pena!

Eu tinha lido no relato do Rodrigo uma coisa que procurei ficar bem atenta quando fosse minha vez de fazer a trilha e nós quatro já sabíamos que era preciso ter cuidado nessa parte e tal. Rodrigo falando:

“No final da trilha, é preciso muita atenção. Isso porque não devemos continuar seguindo pelo trilho do trem, e sim descer por um outro caminho. Se você seguir pelo trilho, irá passar pelo túnel, que é proibido. Se o trem passa ali na hora, não tem “acostamento” pra você se proteger, aí já era. Muito cuidado com isso. Tem um pessoal que avisa, mas nem sempre eles estão ali. Então observem bem o caminho”.

Você teve cuidado nessa parte? Nem a gente! Hahahahaha Fomos o caminho inteiro comentando sobre isso e tal, pra termos cuidado blá blá blá e quando a gente percebeu, já estávamos dentro do túnel e pensamos: Putzzzzz! Era pra ter descido, né? Aí já era tarde demais e a gente apertou o passo e nada nos aconteceu, mas de fato é bem perigoso, porque se o trem passasse nós íamos ficar imprensados na parede. Atenção gente!

Só sei que depois desse túnel (mais cumprido) que ainda passamos com um pouco de luminosidade da tarde, ainda passamos em outro túnel (um pouco menor) completamente no escuro. Então, pra galera que fica atenta à bifurcação é possível que não entre em nenhum túnel, mas pra quem erra o caminho, acaba passando por dois. E, se não me engano, a entrada oficial de Machu Picchu Pueblo (com o letreiro branco) é no caminho debaixo sem passar pelos túneis.

Finalmente chegamos a Águas Calientes! Que cidadezinha charmosa! Genteee é muito fofa e gostosa. Parecia penedo, sabe? Várias ruas, umas de artesanato, outras de restaurantes, outras com a mistura dos dois. Tudo muito organizado e bonitinho!

Fomos direto para o Supertramp que é onde nós ficaríamos hospedados. Pra chegar lá você segue a rua da feira de artesanatos até lá em cima (uma rua que fica paralela à rua da bilheteria do ônibus de subida a Machu Picchu), onde você vai ver uma ponte no final, vire à direita e você vai ver o estádio de futebol de grama sintética mais adiante. Siga em frente e, se não me engano, na segunda ou terceira esquerda você vira e é lá! Se você se perder é só perguntar onde é o Supertramp que a maioria conhece.

O hostel é bem legal, estilo mochileiro mesmo. Bem cool, com as paredes assinadas por pessoas de todas as partes do mundo (óbvio que deixamos nossas assinaturas lá – procurem nas paredes perto do banheiro do segundo andar. Eu deixei minha marca na moldura do vidro também rs). Tem um bar legal e um restaurante bem maneiro que quando fomos tava fechado e só abria pro café da manhã mesmo. Ah! Apenas um probleminha: Quando chove tem umas goteiras na recepção e perto do banheiro, mas tranquilo, perto de tudo que já tínhamos visto naquela viagem, né?

Pagamos 68,00 soles cada em duas diárias num quarto compartilhado de 10 pessoas. O café da manhã era sensacional. Pão estilo croissant com ovo, manteiga, geleia, chá e café e o melhor: o café começava às 4:30 da manhã. Então, é maravilhoso pra quem quer subir bem cedinho Machu Picchu com a barriga cheia, né?

A gente decidiu resolver tudinho antes de jantar. Então, como o Samuel tinha dito que o nosso guia ia lá no hostel por volta das 20:00, resolvemos ir logo na bilheteria comprar nossos tickets do micro-ônibus pra subir Machu Picchu. Descemos e fomos pra fila e pagamos 12,00 dólares só na subida de micro-ônibus, porque decidimos voltar andando. É preciso mostrar o passaporte ou documento com foto pra comprar o ticket e quando eu, Pate e Vagner compramos os nossos, Elisa percebeu que ela tava sem documento nenhum, porque tinha deixado tudo no locker do hostel. Então, tivemos que voltar lá pra pegar os documentos e poder comprar o da Elisa.

Quando chegamos no hostel, tinham dois cara sentados com cara de guias (guia tem cara de guia? Sei lá! Esses tinham! Hahahah). Aí enquanto a Elisa pegava os documentos dela, eu perguntei se eles eram os guias do grupo Lula que estavam esperando a gente (disse o nome dos quatro) e eles disseram que sim. Pediram desculpas por estarem adiantados em 30 minutos, mas achamos até bom, porque de lá já poderíamos jantar.

Então, o cara nos explicou tudo e disse que era pra gente se encontrar na praça às 6:45 porque subiríamos no ônibus das 7:00, mas a gente queria subir cedo e perguntamos se poderíamos encontrá-lo lá do lado de dentro de Machu Picchu perto da bilheteria e ele disse que sim. E nós explicamos que queríamos pegar o primeiro ônibus que era 5:30. Ele disse que tudo bem e que era pra gente esperar lá dentro perto da entrada e procurar a bandeirinha do grupo Lula por volta das 7:30.

Tudo resolvido com o guia, descemos pra comprar o ticket do ônibus da Elisa e depois jantar. Compramos (não tinha nem fila dessa vez) e fomos dar uma caminhada pela cidade (que é bem pequenininha) pra procurar algum restaurante legal pra comer e depois ir descansar pro tão esperado dia seguinte.

Encontramos um restaurante bem legal que oferecia um menu completo por 18,00 soles (já com os 20% de gorjeta. Pasmem! Não são 10% e sim 20%… vai entender rs). O menu completo vinha com a entrada (várias opções de sopas ou caldos), prato principal (várias opções, dentre elas carne de alpaca – maravilhosa por sinal), sobremesa e suco.

Tava tudo maravilhoso e muito gostoso, mas o auge da noite foi quando nossas sopas chegaram e Vagner queria pedir mais pão pro garçom e levantou a mão pra chamar a atenção do garçom. Eis que ele volta com a mão e bate de tal forma na colher da sopa que a tigela dele virou INTEIRA na única calça que ele levou pra Águas Calientes (que a propósito era preta) e a colher deu um duplo twist carpado pro alto e veio caindo derramando sopa pra tudo quanto é lado, inclusive no óculo dele. Caraaaa! Pensa no dia mais engraçado da sua vida, agora multiplica por 1000 e assim acabava nossa noite. hahahahahahaha

A gente rolando de tanto rir! Coitado do Vagner cara! E a Pate (mulher do Vagner) só olhava pra ele com uma cara de: Como eu fui arrumar uma pessoa tão estabanada assim? A gente rindo pra caraca! Patrícia não conseguia nem brigar com Vagner porque também tava se mijando de tanto rir só de olhar pra ele com sopa da cabeça aos pés.

A galera das outras mesas tava rindo pra caraca também e como era sopa pra tudo quanto é lado, tivemos que mudar de mesa. Coitado do Vagner! Ficou sem a entrada! Hahahahahahahaha

Depois que a gente comeu tudo (ou quase tudo, né Vagner?), pagamos e fomos logo pro hostel tomar banho e organizar a mochila de ataque pro dia seguinte.

Como o hostel tinha locker, decidimos deixar tudo dentro do locker e subir a Machu Picchu só com o essencial nas mochilas (água, comida, capa de chuva, protetor solar, câmera e óculo de sol). Tudo organizado e ansiedade a mil, eis que começa a cair o mundo de tanta chuva!

Caraaaa pensa em quatro pessoas tristes e desoladas. Eu dormi rezando pra chuva passar logo, mas era tanta água vinda do céu, que nem sei se São Pedro conseguia ouvir minhas preces. Sério! TAVA CHOVENDO MUITOOOOOO!

Tudo que a gente podia fazer era dormir, torcer, rezar e fazer simpatia pro dia seguinte amanhecer sem neblina e com um sol maravilhoso.

Enfim, boa noite gente!

SALDO DO DIA:

– 70,00 soles – 2 Diárias no Pariwuana Hotel
– 22,00 soles – Bebidas da noite mais louca em Cusco
– 10,00 soles – Almoço
– 2,50 soles – Sorvete
– 68,00 soles – 2 Diárias no Supertramp Hostel
– 18,00 soles – Jantar
– 12,00 dólares – Ônibus para subir a Machu Picchu

TOTAL: 190,50 soles + 12,00 dólares

PRÓXIMO CAPÍTULO: (CAP.16) O sonho de conhecer Machu Picchu (sem nuvens)

Se você tá curtindo meu relato, não esquece de me seguir no Instagram (@vidamochileira) pra acompanhar as minhas viagens.

 

Confira o Capítulo 14:

O Valle Sagrado de los Incas [Cap.14]

 

 

Gostou das dicas do blog?

Toda vez que você usa um link do blog, eu ganho uma pequena comissão e você não paga nada a mais por isso (nadinha)! Você simplesmente me ajuda a continuar produzindo conteúdos que, com certeza, vão te ajudar nas suas próximas viagens!

Os links do Vida Mochileira são de serviços que eu mesma uso e recomendo:

– Worldpackers ($10 dólares OFF usando o cupom VIDAMOCHILEIRAWP): Worldpackers
– Hospedagem: Booking.com, Airbnb
– Seguro Viagem (5% OFF usando o cupom VIDAMOCHILEIRA5): Seguros Promo
– Chip de Internet (10% OFF usando o cupom VIDAMOCHILEIRA10): Chip de Internet Yes Brasil
– Aluguel de carro: Rentcars
– Consultoria de viagens comigo: vidamochileira@gmail.com
– Passeios no Atacama, Salar de Uyuni e Santiago (10% OFF VIDAMOCHILEIRA10): @fuigosteitrips

Muito Obrigada! Me segue também no Instagram (@vidamochileira) pra acompanhar minhas aventuras!