
Couchsurfing é confiável? Como funciona o Couchsurfing?
Descubra se o Couchsurfing é confiável e o que é e como funciona essa plataforma. Entenda se é seguro (principalmente pra mulheres que viajam sozinhas), quanto custa e como ter a melhor experiência surfando sofás pelo mundo.O Couchsurfing é confiável? Como funciona o Couchsurfing? Essas são as perguntas que eu mais recebo quando o assunto é hospedagem alternativa em viagem. E olha, eu entendo DEMAIS essa insegurança, porque a ideia de dormir na casa de um completo desconhecido, num país que você nunca pisou, soa no mínimo… ousada.
Mas vou te contar uma coisa: o Couchsurfing foi uma das experiências que mais me ensinou sobre confiança, sobre ler pessoas e sobre como o mundo tem MUITO mais gente boa do que a gente imagina. E não, não estou sendo ingênua. Estou sendo realista, com filtro e com critério.
Nesse post eu vou te explicar tudo sobre como funciona o Couchsurfing, se vale a pena, se o Couchsurfing é confiável mesmo, quanto custa (sim, agora tem custo), como se proteger, especialmente se você é mulher e viaja sozinha, e compartilhar dicas práticas pra você ter a melhor experiência possível.
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Nesse post você vai ler:
- O que é o Couchsurfing?
- Como funciona o Couchsurfing?
- O Couchsurfing é confiável? É seguro?
- O Couchsurfing é seguro pra mulher que viaja sozinha?
- Quanto custa o Couchsurfing em 2026?
- Como criar um perfil que os anfitriões queiram aceitar
- Como escolher o anfitrião certo (e fugir das roubadas)
- O que fazer e o que NÃO fazer como hóspede
- Couchsurfing x Hostel x Airbnb: qual a diferença?
- Hangouts e Eventos: usando o Couchsurfing sem dormir na casa de ninguém
- Perguntas frequentes sobre o Couchsurfing
- Resumindo: o Couchsurfing vale a pena?
- Voluntariado em viagem com a Worldpackers
- Como ter internet ilimitada na sua viagem
- Seguro viagem com a Seguros Promo
- Vai se mudar dentro da Europa?
O que é o Couchsurfing?
O Couchsurfing é uma plataforma que conecta viajantes com moradores locais dispostos a oferecer hospedagem gratuita. E quando eu digo gratuita, eu digo que não rola pagamento entre hóspede e anfitrião. Mas, pra fazer parte da plataforma você precisa pagar uma mensalidade ou anuidade.
O nome, traduzido ao pé da letra, significa “surfar no sofá”. Mas, não se assuste: dependendo do anfitrião, você pode ganhar um colchão inflável, um quarto inteiro e até uma cama de casal só pra você. Ou pode, sim, dormir num sofá. Faz parte.
Mas, o ponto principal do Couchsurfing NÃO é só a hospedagem gratuita. Se você entra nessa plataforma pensando apenas em economizar, você já está começando errado.
O coração do Couchsurfing é a troca cultural. É sentar na mesa de jantar de alguém em Berlim e aprender como é o dia a dia de um alemão de verdade. É o anfitrião te levar naquele bar que nenhum turista conhece. É você cozinhar uma tapioca pra alguém que nunca ouviu falar de mandioca na vida.
O lema da plataforma sempre foi: “Você tem amigos no mundo todo, só ainda não os conheceu.” E, na prática, é exatamente assim que funciona quando a experiência é boa.
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Como funciona o Couchsurfing?
O processo é bem simples, mas exige dedicação (e eu vou te explicar por quê):
1- Você se cadastra no site ou aplicativo do Couchsurfing. Hoje em dia é necessário pagar uma assinatura pra acessar a plataforma (falo mais sobre isso no tópico de preços).
2- Você preenche o seu perfil. E aqui é onde a mágica começa, ou onde muita gente perde a chance de ser aceita. Um perfil bem feito é o seu cartão de visitas. Fotos, descrição pessoal, interesses, idiomas que fala, lugares que já visitou. Quanto mais completo, mais confiança você passa.
3- Você pesquisa anfitriões na cidade pra onde está viajando. O motor de busca do Couchsurfing permite filtrar por cidade, disponibilidade, idioma, gênero do anfitrião, entre outras coisas.
4- Você envia um pedido de hospedagem personalizado. E presta atenção nessa palavra: PERSONALIZADO. Esqueça copiar e colar a mesma mensagem genérica pra 30 anfitriões. Os anfitriões experientes identificam esse tipo de mensagem na hora e simplesmente ignoram. Leia o perfil da pessoa, encontre pontos em comum e escreva uma mensagem que mostre que você realmente se interessou por quem ela é.
5- O anfitrião aceita (ou não) o seu pedido. Se ele aceitar, vocês combinam os detalhes: datas, endereço, horário de chegada, regras da casa. Simples assim.
6- Você se hospeda, vive a experiência e, no final, ambos escrevem referências um sobre o outro. Essas referências são a base de segurança de toda a comunidade e é o que permite que o próximo viajante saiba se aquele anfitrião é confiável ou não.
O Couchsurfing é confiável? É seguro?
O Couchsurfing tem um sistema de segurança que, se usado direito, funciona muito bem e aí podemos dizer que sim, o Couchsurfing é confiável:
Referências
Cada interação gera uma avaliação. Então se um anfitrião já recebeu 50 viajantes e todos escreveram coisas positivas, as chances de você ter uma experiência boa são enormes. Da mesma forma, se alguém tem zero referências ou referências vagas, é sinal de alerta.
Perfil verificado
A plataforma oferece uma verificação onde seus dados pessoais (como telefone e e-mail) são confirmados. Isso adiciona uma camada extra de credibilidade ao perfil.
A comunidade se autorregula
Se alguém tem uma experiência ruim e relata, aquilo fica no perfil da pessoa pra sempre. Isso cria um incentivo real pra que as pessoas se comportem bem.
Agora, o que eu acho FUNDAMENTAL você entender é o seguinte: o Couchsurfing não é pra todo mundo. Se você é uma pessoa que tem dificuldade em confiar em desconhecidos, que não gosta de improvisar ou que precisa de privacidade absoluta pra se sentir confortável, talvez essa não seja a experiência ideal pra você. E TÁ TUDO BEM. Não existe forma “certa” ou “errada” de viajar. Existe a forma que funciona pra VOCÊ.
O Couchsurfing é seguro pra mulher que viaja sozinha?
Essa é a parte que eu mais quero falar com você. Porque eu sei que pra muita mulher, a ideia de dormir na casa de um desconhecido em outro país soa aterrorizante. E eu não vou aqui fingir que não existem riscos, porque eles sempre vão existir pelo simples fato de você ser mulher. Mas, existem formas inteligentes de se proteger.
Primeiro, os dados: a grande maioria das experiências de mulheres no Couchsurfing é positiva. Mas existem, sim, relatos de assédio. E a gente precisa falar sobre isso sem romantizar e sem assustar. Confira as dicas de segurança específicas pra mulheres:
Priorize anfitriãs mulheres, casais ou famílias
Especialmente na sua primeira experiência. Isso não é preconceito, é estratégia. Depois que você pegar o jeito da plataforma e souber ler os sinais, vai se sentir mais confiante pra escolher outros perfis.
Leia TODAS as referências do anfitrião
E preste atenção especial nos comentários de outras mulheres que viajaram sozinhas. Elas foram bem recebidas? Se sentiram seguras? Se no perfil só tem referências de mulheres jovens viajando sozinhas e nenhuma de homem ou casal, pode ser um sinal de que o anfitrião tem segundas intenções.
Desconfie de perfis que oferecem “cama compartilhada”
Isso é um red flag ENORME. Se o anfitrião diz que não tem espaço separado e que vocês teriam que dividir a cama, pule fora sem pensar duas vezes.
Mande o endereço e o contato do anfitrião pra alguém de confiança
Sempre. Antes de chegar, compartilhe a localização no WhatsApp com uma amiga ou familiar. Pode parecer exagero, mas é o tipo de precaução que você agradece se precisar.
Confie na sua intuição
Se algo parecer estranho nas mensagens, se o tom não te agradar, se a pessoa fizer piadas inconvenientes, não vá. Pronto. Você não deve nada a ninguém. Sua segurança vem antes de qualquer economia ou experiência cultural.
Tenha um plano B
Tenha anotado o contato de pelo menos um hostel na região. Se você chegar e a situação não parecer boa, saia. Sem culpa, sem justificativa.
Eu acredito MUITO que viajar sozinha é uma das coisas mais transformadoras que uma mulher pode fazer por si mesma. Mas transformação não precisa vir com risco desnecessário. Dá pra ser corajosa E esperta ao mesmo tempo.

Quanto custa o Couchsurfing em 2026?
Essa é uma das maiores mudanças que a plataforma enfrentou nos últimos anos. Até maio de 2020, o Couchsurfing era totalmente gratuito. Mas durante a pandemia, a empresa precisou encontrar uma fonte de receita e passou a cobrar uma assinatura de todos os membros, tanto viajantes quanto anfitriões.
Os preços variam de acordo com a sua localização, mas pra dar uma referência: na Europa, os valores giram em torno de €5,99 euros por mês ou €22,99 euros por ano. Se você está no Brasil, os preços costumam ser mais acessíveis. O valor exato aparece quando você faz o cadastro.
Além da assinatura básica, existe também a Verificação, que é um pagamento único que te dá benefícios adicionais, como envio ilimitado de mensagens e um selo de credibilidade no perfil.
Isso vale a pena? Olha, fazendo as contas: Se você usar o Couchsurfing UMA VEZ no ano pra se hospedar numa cidade como Londres, Paris ou Copenhague, onde uma noite de hostel pode custar tranquilamente 30-50 euros, a assinatura anual já se paga. E muito.
Claro, muita gente ficou frustrada com a mudança. A comunidade perdeu uma parte dos anfitriões que não toparam pagar pra oferecer hospedagem gratuita a outros. Mas por outro lado, quem ficou tende a ser mais engajado e mais sério com a plataforma. Então a qualidade das conexões pode até ter melhorado.
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Como criar um perfil que os anfitriões queiram aceitar
Pensa comigo: Se alguém batesse na porta da sua casa pedindo pra dormir lá, o que você ia querer saber sobre essa pessoa? Então. É exatamente isso que o anfitrião quer saber sobre você.
Fotos reais e atualizadas
Coloque fotos suas de viagens, com amigos, fazendo coisas que você gosta. Mostre que você é uma pessoa real, sociável e interessante. Nada de foto só de paisagem ou foto de cinco anos atrás.
Descrição pessoal sincera
Conte quem você é, o que faz, por que viaja, o que te interessa. Não precisa ser uma redação do ENEM. Escreva como se estivesse se apresentando pra alguém num bar. Natural, autêntico, com personalidade.
Se é nova na plataforma, peça referências de amigos
Adicione amigos que já usam o Couchsurfing e peça pra eles escreverem uma referência sobre você como pessoa. Isso já ajuda demais a construir credibilidade mesmo sem ter feito nenhum couch ainda.
Escreva em inglês (ou no idioma do lugar)
Se você vai surfar na Europa, ter o perfil em inglês amplia muito as suas possibilidades. Se falar mais idiomas, melhor ainda, inclua isso.
Deixe claro o que você oferece como hóspede
Você cozinha bem? Toca algum instrumento? Adora contar histórias? Sabe fazer caipirinha? Pronto, já tem um diferencial. Os melhores anfitriões querem receber gente interessante, não gente que só quer cama grátis.
Como escolher o anfitrião certo (e fugir das roubadas)
Esse é o passo mais importante de toda a experiência. Escolher bem o anfitrião é 80% da garantia de que tudo vai correr bem.
Quantidade e qualidade das referências
Um anfitrião com muitas referências positivas e detalhadas é um sinal ótimo. Mas leia com atenção — referências genéricas do tipo “boa pessoa, recomendo” podem ser superficiais. Busque comentários que descrevam a experiência real.
Perfil completo e bem escrito
Se a pessoa se deu ao trabalho de preencher tudo, contar sobre si mesma, explicar o espaço que oferece e as regras da casa, é sinal de que leva o Couchsurfing a sério.
Taxa de resposta e atividade recente
Se o anfitrião não responde mensagens há meses, provavelmente não está ativo. Procure gente que usa a plataforma com frequência.
Pesquise a pessoa fora do Couchsurfing
Sim, dá uma stalkeada básica. Veja se o perfil bate com redes sociais, se a pessoa existe de verdade. Isso é senso comum, não é paranoia.
Jogue o endereço no Google Maps
Antes de aceitar, veja onde fica, como é a vizinhança, se tem transporte público perto. Informação nunca é demais.
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O que fazer e o que NÃO fazer como hóspede
Couchsurfing é, acima de tudo, uma relação humana. E toda relação humana funciona melhor com respeito e bom senso.
FAÇA
– Respeite as regras da casa do anfitrião. Se ele pede pra tirar os sapatos na porta, tire. Se o horário de silêncio é às 22h, cumpra. Você está na casa de alguém, então, aja como convidado, não como hóspede de hotel.
– Cozinhe algo típico do Brasil, leve um presentinho, ofereça ajuda com a louça. Esses gestos podem parecer pequenos, mas fazem TODA a diferença. Os melhores couchsurfers são aqueles que deixam a casa do anfitrião melhor do que encontraram.
– Passe tempo com o anfitrião. O propósito do Couchsurfing é a troca. Se você chega tarde, dorme e sai cedo sem trocar uma palavra, está usando a plataforma como um hotel grátis e isso vai refletir nas suas referências.
NÃO FAÇA
– Fique mais tempo do que o combinado sem perguntar. Duas a três noites é o padrão. Se quiser ficar mais, pergunte com antecedência e respeite o “não”.
– Trate o Couchsurfing como Tinder. Infelizmente tem gente que usa a plataforma com outras intenções. Se perceber isso do outro lado, saia da situação. E se for você querendo usar assim, por favor, não. Existe app pra isso.
– Esqueça de deixar uma referência depois. É a moeda da comunidade. Sem referências, a plataforma não funciona.
Couchsurfing x Hostel x Airbnb: qual a diferença?
Eu já usei as três opções e cada uma tem o seu lugar dependendo do momento da viagem:
Couchsurfing
É ideal pra quem quer imersão cultural REAL, não se importa em abrir mão de privacidade e está disposta a investir tempo em encontrar bons anfitriões. É a opção mais barata (quase gratuita) e a mais rica em experiências humanas. Mas exige flexibilidade e jogo de cintura.
Hostel
É perfeito pra quem quer socializar com outros viajantes, ter um mínimo de estrutura (cama garantida, banheiro, cozinha) e não quer depender da disponibilidade de outra pessoa. É onde eu mais fiquei nas minhas viagens e ainda adoro. Se quiser saber mais sobre como economizar em hospedagem, dá uma olhada nesse post aqui.
Airbnb
É a melhor opção quando você quer privacidade, espaço próprio e, dependendo do destino, pode até sair mais barato do que hostel (especialmente se estiver viajando com alguém).
Não existe opção melhor ou pior, existe a que faz sentido pra VOCÊ, pro seu momento e pro seu estilo de viagem.
Hangouts e Eventos: usando o Couchsurfing sem dormir na casa de ninguém
Essa é a parte que muita gente não conhece e que eu acho DEMAIS.
Se você leu tudo até aqui e pensou “ok, adorei o conceito, mas não me sinto confortável pra dormir na casa de alguém”, tá tudo bem. O Couchsurfing tem duas funcionalidades que te permitem participar da comunidade sem precisar de hospedagem:
Hangouts
É uma função do aplicativo que mostra quem está por perto e disponível pra fazer algo. Pode ser tomar um café, fazer um passeio, jantar junto. É uma forma incrível de conhecer gente nova, tanto locais quanto outros viajantes, sem o compromisso de se hospedar.
Eventos
São encontros organizados pela comunidade local. Pode ser um happy hour num bar, uma trilha, uma aula de idiomas, uma noite de jogos. Em cidades maiores, esses eventos acontecem com frequência e são uma das melhores formas de fazer amigos quando você está viajando sozinha.
Pra quem está começando no Couchsurfing e ainda não se sente segura pra se hospedar com alguém, ir a eventos e hangouts é uma forma perfeita de sentir a vibe da comunidade, ganhar referências e criar conexões sem nenhum risco.

Perguntas frequentes sobre o Couchsurfing
O Couchsurfing ainda existe em 2026?
Sim. A plataforma continua ativa e funcionando, com milhões de membros ao redor do mundo. Depois da pandemia e da introdução da assinatura paga, a comunidade ficou menor, mas também mais engajada.
Preciso pagar pra usar o Couchsurfing?
Sim. Desde 2020 é necessário pagar uma assinatura mensal ou anual pra acessar a plataforma. Os valores variam por localização, mas costumam ser bem acessíveis.
Posso usar o Couchsurfing como casal?
Pode, mas saiba que é mais difícil encontrar anfitriões dispostos a receber duas pessoas. Muitos já indicam no perfil se aceitam ou não casais.
E se eu não gostar da experiência? Posso ir embora?
Pode e DEVE. Se em qualquer momento você se sentir desconfortável ou insegura, saia. Não precisa dar explicação elaborada. Um “surgiu um imprevisto” basta. Sua segurança é mais importante do que qualquer constrangimento.
Existem alternativas ao Couchsurfing?
Sim. Plataformas como BeWelcome, Trustroots e Warmshowers (específica pra cicloturistas) funcionam de forma semelhante. Se você não quiser pagar pela assinatura do Couchsurfing, vale explorar essas opções.
O Couchsurfing é só pra mochileiros?
De jeito nenhum. Tem gente de todos os estilos e idades usando. Mas é verdade que a comunidade tende a ser mais forte entre viajantes mais jovens e independentes.

Resumindo: o Couchsurfing vale a pena?
Se você gosta de gente, se você viaja pra conhecer realidades diferentes, se você topa sair da zona de conforto e se você está disposta a dar tanto quanto recebe. Sim! Vale MUITO a pena.
O Couchsurfing não é só uma forma de economizar em hospedagem. É uma filosofia de viagem. É acreditar que conexão humana é o melhor souvenir que você pode trazer de qualquer lugar do mundo.
E se você está lendo isso e sentindo aquele frio na barriga, aquele misto de medo e vontade, eu te digo: isso é um bom sinal. Sempre que eu senti isso antes de uma viagem, foram as experiências que mais me transformaram.
O mundo tá cheio de sofás esperando por você. E de pessoas incríveis dispostas a dividir um pedaço da vida delas com quem tiver coragem de pedir.
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Voluntariado em viagem com a Worldpackers
Se você curtiu a ideia do Couchsurfing mas quer ir além, com uma experiência mais estruturada e com atividades definidas, a Worldpackers é uma excelente ideia.
Na Worldpackers, você troca algumas horas de trabalho voluntário por hospedagem e, em muitos casos, alimentação. A diferença pro Couchsurfing é que aqui existe um compromisso mais claro: Você se candidata a vagas em hostels, ONGs, fazendas, projetos sociais e eco-vilas pelo mundo, e em troca da sua ajuda (que pode ser desde recepção até fotografia ou aulas de idioma), você fica hospedada de graça.
É uma das formas mais inteligentes de viajar gastando pouco e ainda voltar pra casa com experiências que transformam o currículo e a vida. Eu falo bastante sobre a Worldpackers aqui no blog e se quiser saber mais, lê esse post aqui onde eu conto tudo sobre como funciona e se é confiável.
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Como fazer a sua aplicação se destacar na Worldpackers
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Como ter internet ilimitada na sua viagem
Vou te falar uma coisa: Chegar num país sem internet é pedir pra passar perrengue. Ainda mais se você vai usar o Couchsurfing, porque você PRECISA de internet pra se comunicar com o anfitrião, checar o endereço no mapa, compartilhar sua localização com alguém de confiança e acessar o app da plataforma.
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Não precisa trocar chip físico e nem se preocupar com nada. Pra quem viaja sozinha, ter internet funcionando desde o minuto em que pisa no aeroporto não é luxo, é segurança.
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Leia também:
Internet ilimitada em mais de 160 destinos: Holafly Plans
Veja como instalar a Holafly nesse vídeo com o passo a passo que eu fiz
Seguro viagem com a Seguros Promo
Eu sei que muita gente pensa “ah, mas eu vou ficar na casa de alguém de graça, não preciso de seguro”. PRECISA SIM. Seguro viagem não é só pra quando você se hospeda em hotel cinco estrelas. É pra qualquer situação: uma intoxicação alimentar, uma torção no pé, uma mala extraviada, um imprevisto médico que pode custar uma fortuna dependendo do país.
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Vai se mudar dentro da Europa?
Eu sei que esse tópico pode parecer nada a ver com Couchsurfing à primeira vista. Mas se você tá lendo esse blog, você provavelmente é o tipo de pessoa que, de tanto viajar, um dia considera MORAR fora. E aí a conversa muda completamente.
Quando eu e o Mark nos mudamos da Inglaterra pra Portugal, eu achava que ia ser tipo mais uma viagem: empacotar tudo, colocar no carro e atravessar. Só que não. Mudança internacional é um bicho completamente diferente. Tem documentação, alfândega, seguro de transporte, logística de carga. Mas, se você erra qualquer etapa, pode ter suas coisas retidas na fronteira ou danificadas no caminho.
Foi aí que conheci a Movega Removals, uma empresa especializada em mudanças dentro da Europa (incluindo as ilhas). E eu preciso dizer: foi a melhor decisão que tomei nesse processo todo.
O que me convenceu foi a experiência deles com mudanças internacionais de verdade. A Movega Removals sabe todas as regras de circulação entre os países, entende a burocracia de alfândega e resolve a documentação pra você.
O atendimento ao cliente foi impecável e eles foram muito transparentes com cada etapa do processo. Eu recomendo de olhos fechados.
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Contato: +44 208050 4748 | movega.co.uk/get-a-quote

Espero que esse post tenha sido útil e se você conhece alguém que ainda desconfia da plataforma e precisa entender que o Couchsurfing é confiável, compartilha o link com ela!
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Até a próxima!
Beijos,
Mary








