
Golpes no Egito pra você ficar atenta antes de ir
Descubra os golpes no Egito mais comuns entre os turistas, aprenda dicas práticas de como evitá-los e de como viajar em segurança pelo Egito.Golpes turísticos existem no mundo inteiro. Já vi situações parecidas em cidades super famosas como Paris, Lisboa, Londres e no Brasil, que é mestre em golpes, né?! Então, não faz sentido imaginar que não existiria golpes no Egito também.
A diferença é que, pra quem nunca esteve no país, alguns comportamentos culturais podem soar confusos e é exatamente aí que muita gente acaba caindo em armadilhas desnecessárias.
Esse post não é pra te assustar. É pra te informar, te deixar preparada e te ajudar a curtir o Egito com muito mais segurança, confiança e consciência.
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O Egito é perigoso?
O Egito não é um país perigoso pra turistas, mas exige atenção, informação e postura. Muitas vezes, a fama de “perigoso” vem da mistura entre golpes turísticos, insistência comercial e choque cultural. Isso gera desconforto, mas não significa risco constante de violência.
Nas principais áreas turísticas, há forte presença de polícia e segurança, já que o turismo é uma das maiores fontes de renda do país. Crimes violentos contra turistas são raros. O que mais acontece são tentativas de golpes, cobranças indevidas e abordagens insistentes, algo comum em vários destinos populares ao redor do mundo.
Comparado a outros destinos, o Egito não é mais perigoso que grandes cidades da Europa ou do Brasil. A diferença está no tipo de risco: menos violência urbana e mais insistência e malandragem turística. Quem viaja informada, confiante e preparada consegue aproveitar o país com tranquilidade e segurança.
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8 Golpes no Egito que são comuns entre os turistas
1. O golpe do “regalo” (presente que não é presente)
Esse é um dos golpes mais comuns enfrentados por turistas no Egito. A situação geralmente começa de forma amigável: Alguém se aproxima sorrindo, puxa conversa e te oferece um “presente”, um “regalo do Egito”.
O problema surge logo depois. Assim que você aceita ou segura o objeto, a pessoa passa a cobrar dinheiro, muitas vezes com insistência, pressão e até encenação emocional pra te constranger. A lógica é simples: Ao aceitar, eles entendem que você concordou em pagar.
A melhor forma de evitar esse golpe é não aceitar absolutamente nada. Se colocarem algo em você sem pedir, devolva imediatamente, diga “no, thank you” com firmeza e siga andando. Não é falta de educação. No contexto local, é apenas um limite claro.
2. Vendedores que jogam objetos em você
Esse golpe acontece principalmente em áreas muito turísticas do Egito, como mercados, ruas movimentadas e pontos históricos. Alguns vendedores literalmente jogam lenços, pulseiras, souvenires ou pequenos objetos em cima da sua bolsa, ombro ou até nas suas mãos.
A intenção é gerar constrangimento e forçar uma interação. A partir do momento em que o objeto “está com você”, eles começam a insistir pra que você compre, alegando que já pegou, já usou ou já aceitou. Muitas pessoas acabam pagando só para se livrar da situação.
Pra evitar esses golpes no Egito, não pegue o objeto, devolva imediatamente e continue andando. Evite discutir, explicar ou tentar ser excessivamente educada. Quanto menos conversa, menor a insistência. Aqui, firmeza é proteção.

3. A famosa “mão leve”
A chamada “mão leve” nada mais é do que o furto discreto, muito comum em grandes centros turísticos e isso não é exclusividade do Egito. Lugares cheios, mercados, atrações famosas e aglomerações são os cenários preferidos pra esse tipo de situação.
Normalmente acontece sem violência: Alguém se aproveita de distração, empurrações ou proximidade excessiva pra pegar dinheiro, celular ou carteira sem que você perceba na hora. Justamente por ser sutil, muita gente só nota depois.
A prevenção é simples e extremamente eficaz: Mantenha bolsas e mochilas sempre fechadas e à frente do corpo, evite usar carteira em bolsos traseiros, não ande com o celular solto em locais cheios e fique atenta em ambientes movimentados. Esses cuidados básicos reduzem drasticamente o risco de furto.
4. Fotos “de graça” que viram cobrança
Esse é um dos golpes no Egito muito comum, principalmente nas áreas turísticas. Alguém se aproxima oferecendo um objeto típico, um acessório, um figurino ou até um animal ara você tirar uma foto, dizendo que é “free”, “no money” ou apenas um gesto de gentileza.
Depois da foto, o discurso muda completamente. A pessoa passa a exigir pagamento, muitas vezes de forma insistente, criando pressão e desconforto até você dar algum valor. Em alguns casos, chegam a chamar outras pessoas pra reforçar a cobrança.
Pra evitar esse golpe, a regra é clara: Não toque, não segure e não aceite nada sem perguntar antes se é pago e qual o valor. Se quiser a foto, combine o preço antecipadamente. Se não quiser pagar, simplesmente recuse desde o início e siga andando.

5. Camelo barato… até você querer descer
Esse é um dos golpes no Egito mais clássicos, especialmente perto de atrações famosas como as Pirâmides. O vendedor oferece um passeio de camelo por um valor aparentemente baixo e acessível, o que faz muita gente aceitar sem questionar muito.
O problema aparece quando você decide encerrar o passeio. Ao pedir pra descer do camelo, o condutor informa que o valor combinado era apenas pra “subir” ou pra um tempo muito curto, e exige um pagamento extra pra permitir que você desça. A situação pode gerar tensão e constrangimento, levando algumas pessoas a pagar pra evitar conflito.
A única forma de evitar esse golpe é combinar tudo antes de subir: Valor total, duração do passeio e, principalmente, se o preço inclui subir e descer do camelo. Se qualquer parte não estiver clara, o melhor é recusar o passeio.
6. Táxi que muda o valor no final
Esse golpe acontece com certa frequência no Egito, principalmente quando o valor da corrida é combinado verbalmente antes do trajeto. O motorista aceita um preço no início, mas ao chegar ao destino informa um valor maior, alegando mal-entendido, distância maior ou taxas extras que nunca foram mencionadas.
Como muitos turistas não querem discutir ou se sentem pressionados, acabam pagando mais do que o combinado. A confusão com moeda, idioma e falta de taxímetro funcional contribui pra esse tipo de situação.
A forma mais segura de evitar esse problema é usar aplicativos como Uber, onde o valor já fica definido no aplicativo e você tem todos os dados do motorista previamente, sem contar que consegue compartilhar a localização em tempo real com amigos e familiares.
Caso precise usar um táxi comum, combine o preço com clareza antes de entrar, confirme o valor mais de uma vez e tenha o dinheiro separado pra pagar exatamente o que foi acordado.

7. Guias “não oficiais” que se impõem
Em pontos turísticos do Egito, é comum que pessoas se aproximem oferecendo ajuda ou começando a explicar a história do local sem que você tenha solicitado. Muitas vezes, elas se apresentam como guias, acompanham você durante parte da visita e continuam falando mesmo sem uma confirmação clara de interesse.
O problema surge no final, quando exigem pagamento pelo “serviço prestado”. Como a explicação já aconteceu, tentam convencer o turista de que houve um acordo implícito, gerando pressão e constrangimento pra que você pague.
Pra evitar esse tipo de situação, seja clara desde o início. Se não quiser um guia, diga “No guide, thank you” e não permita que a pessoa siga caminhando ao seu lado. Caso queira um acompanhamento profissional, opte por guias credenciados contratados por agências, hotéis ou plataformas confiáveis.
Na plataformas do Get Your Guide e Civitatis, têm várias opções seguras de tours guiados.
8. O golpe do “egípcio apaixonado” (online)
Esse golpe acontece principalmente fora do Egito, nas redes sociais e aplicativos de mensagens, como Facebook e Instagram. O contato geralmente começa de forma inocente, com curtidas, elogios e conversas constantes que evoluem rápido pra declarações intensas de afeto.
Em pouco tempo, surgem promessas de relacionamento sério, casamento, viagens ou uma vida juntos. Quando a confiança já foi criada, aparecem pedidos de dinheiro, ajuda pra “problemas urgentes”, taxas de viagem, documentos ou situações familiares emocionais. O golpe costuma ser bem estruturado e repetido com várias vítimas.
Isso se tornou tão comum que já foi tema de reportagens em jornais internacionais. Claro que existem exceções e nem todo contato é mal-intencionado, mas é essencial manter cautela com relacionamentos online que avançam rápido demais, envolvem histórias dramáticas e, principalmente, pedidos financeiros.
Nunca envie dinheiro pra alguém que você não conhece pessoalmente. E evite marcar o primeiro encontro sozinha com a pessoa, principalmente se for no país dela e onde você não fala nada da língua local.

Dicas extras pra não cair em golpes no Egito
Dinheiro e pagamentos: Cuidados básicos
No Egito, lidar com dinheiro exige atenção, especialmente em locais turísticos. Prefira andar com notas pequenas pra evitar discussões sobre troco e não exponha grandes quantias em público.
Sempre confirme valores antes de qualquer serviço, compra ou ajuda oferecida, mesmo quando parecer algo simples. Negociações fazem parte da cultura local, então não tenha receio de pechinchar ou de recusar caso não se sinta confortável. Dizer “não” de forma firme é visto como algo normal e não como falta de educação.
Viagem tranquila pelo Egito
Viajar pelo Egito pode ser uma experiência incrível quando você vai preparada. Informação é sua maior aliada: Entender os golpes no Egito que são mais comuns, manter atenção em ambientes movimentados e confiar na sua intuição faz toda a diferença.
Seja educada, mas mantenha limites claros, evite conversas longas com quem você não solicitou ajuda e caminhe com postura confiante. O Egito não é um destino pra viajar com medo, mas sim com consciência. Quem viaja informada aproveita muito mais e transforma a experiência em algo leve, seguro e memorável.
Conclusão: Viajar pelo Egito vale muito a pena
Apesar dos golpes turísticos que exigem atenção, o Egito é um dos destinos mais impressionantes do mundo.
História milenar, paisagens surreais, cultura intensa e experiências que simplesmente não existem em nenhum outro lugar. Viajar informada não tira a magia da viagem, pelo contrário, te dá autonomia, segurança e liberdade para aproveitar tudo com muito mais tranquilidade.
E se você quer viver o Egito sem estresse, sem perrengues desnecessários e com todo o suporte do início ao fim, a melhor forma é viajar em grupo com roteiro estruturado e acompanhamento constante.
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Internet ilimitada no Egito
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Viajar protegida é viajar com liberdade. No Egito, o seguro viagem não é apenas uma formalidade, é parte essencial do planejamento pra evitar dores de cabeça e garantir apoio caso algo fuja do previsto.
Espero que esse post sobre golpes no Egito tenha sido útil pra você. Se você conhece alguém que precisa ler essas dicas, envia esse post pra essa pessoa.
Me siga no Instagram pra mais dicas de viagem: @vidamochileira.
Beijos e até a próxima.
Mary Teles








