Rota das Emoções do Nordeste brasileiro | Escrito por Daniela Cunha

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A convite da Mary, vou inaugurar a sessão “Outras Vidas Mochileiras” com o relato sobre a viagem de 9 dias que fiz pelos Estados do Maranhão e Ceará, completando parcialmente a chamada “Rota das Emoções”.

A famosa “Rota das Emoções” é considerada um dos melhores roteiros de ecoturismo disponível no Brasil e engloba três estados brasileiros (Maranhão, Piauí e Ceará). Este roteiro geralmente é feito por via terrestre (em carros 4x4) a partir do Maranhão ou Ceará e no meu caso ele foi feito apenas parcialmente pois como viajei através de milhas, optei por deixar de fora o Piauí.

Existem diversas agências que oferecem este roteiro fechado, mas o preço cobrado apenas pela parte terrestre por um período de 7 noites e 6 dias foi quase o valor que gastei para uma viagem de 9 dias (incluindo gastos com comida, passeios, hospedagem e diversão) e excluindo os 3 trechos aéreos (BH-São Luis, São Luis-Fortaleza e Fortaleza-BH) que foram emitidos com milhas.

Viajei com um grupo de 6 pessoas para o Maranhão (incluindo minha mãe e uma amiga dela) e na segunda parte da viagem fomos apenas 4 pessoas para o Ceará.

PARTE I- Maranhão
Dia 1 (Sexta-feira): Belo Horizonte - São Luis do Maranhão

Embarcamos em um voo direto de Belo Horizonte a São Luis e como nossa chegada seria durante a madrugada e no sábado bem cedo o passeio contratado para Barreirinhas (principal base dos Lençóis Maranhenses) nos pegaria no Aeroporto, optamos por fazer hora no Aeroporto até o horário de saída.

Observação: O Aeroporto de São Luis, na área de desembarque, não conta com muitas opções para lanches, sendo por isso cobrado um preço que considero alto para apenas um lanche. Comi um pão de queijo com café e paguei R$ 10,00 reais!!!

Dia 2 (Sábado): São Luis- Barreirinhas

Para conhecer os famosos Lençóis Maranhenses, contratamos um pacote de 2 dias e 1 noite (sábado e domingo), inclusos traslado ida e volta partindo de São Luis, 1 diária de hospedagem com café da manhã e 2 dias de passeios. Para este pacote, pagamos R$340,00 por pessoa e achei que super valeu a pena!

Pontualmente na hora combinada, nosso traslado nos pegou no ponto de encontro no aeroporto de São Luis para uma viagem em microônibus com duração de 4h até Barreirinhas.

No meio da viagem foi feita uma parada de 20 minutos para lancharmos e irmos ao banheiro.

Achei a viagem confortável e só tivemos um imprevisto, pois o pneu furou e perdemos 40 minutos até a resolução do problema. Mal sabíamos que este problema seria até providencial no final, pois com isso não tivemos tempo de almoçar e apenas fizemos um lanche rápido em Barreirinhas antes do passeio ao Parque dos Lençóis Maranhenses. Conto mais adiante o porquê da falta do almoço ter sido boa no final das contas!

Ao chegarmos em Barreirinhas, todos os passageiros são deixados em seus hotéis ou pousadas para check in e preparação para o passeio a ser realizado na parte da tarde. Às 14:00 nos pegaram na nossa pousada em caminhonetes onde a parte traseira foi adaptada com bancos e cobertura. O trajeto ao Parque dura aproximadamente 1h, sendo necessário pegar uma balsa para uma travessia curta no Rio Preguiças, e depois cerca de 30/40 minutos sacolejando durante todo o trajeto no Parque até a base onde se concentram as principais lagoas. Nessa hora percebemos que foi muito bom não termos almoçado e apenas feito um lanche leve já que muita gente passa mal de enjoo durante o caminho. Apesar do balançar, adorei o trajeto e achei muito divertido todo o passeio!!!

Na chegada ao Parque todos os carros param no mesmo lugar e cada guia reúne seu grupo para realizar o passeio. Nosso roteiro passou por 5 lagoas principais (vi outras menores no caminho) e são realizadas paradas para banhos e fotos em todas elas.

Cada paisagem mais maravilhosa do que a outra e embora as fotos fiquem lindas, alguns lugares não conseguem ser retratados tão bem nas fotos!

O passeio se encerra com a reunião de todos os visitantes do Parque no topo de uma duna para assistir o pôr do sol, espetáculo de tirar o fôlego!

Após o pôr do sol o grupo se reúne na caminhonete e é feito o traslado de volta.

Na volta, todos os grupos saem mais ou menos na mesma hora, o que acaba gerando uma fila para a travessia de volta no Rio Preguiças. No local onde é realizada a fila de carros existem diversas barraquinhas de artesanato e comidas de rua, o que ajuda a passar o tempo e empobrecer o bolso...rs

Observação: Ao descermos para realizar o passeio no Parque dos Lençóis Maranhenses os chinelos são deixados na caminhonete e por incrível que pareça, as dunas não esquentam!!! Pode andar tranquilamente sem medo de queimar os pés! rs

No final do passeio optamos por já descer no centro de Barreirinhas (ao invés de descer na Pousada) e jantar de uma vez. Por indicação do guia fomos conhecer um restaurante na orla da cidade. Os preços dos restaurantes da orla seguem mais ou menos o mesmo padrão. Achei a comida cara e também não gostei do prato que escolhi... Não sei se a cidade tinha outras opções mais baratas, mas como estávamos mortas do batidão do dia, nem nos preocupamos em andar na cidade para procurar.

Após o jantar fomos direto para a pousada descansar pois no outro dia cedo faríamos o outro passeio incluído no pacote.

 
Dia 3 (Domingo): Barreirinhas-São Luis

Acordamos cedo, tomamos nosso café da manhã reforçado e fizemos nosso check-out, deixando nossa bagagem na pousada. As pousadas em Barreirinhas geralmente possuem um quarto de apoio onde os hóspedes podem deixar suas bagagens enquanto realizam o passeio do segundo dia.

O passeio do segundo dia tem a duração de 7 horas (começa às 8:00 e vai até às 15:00) e é feito de lancha no Rio Preguiças.

O trajeto percorrido de lancha dura 50 minutos, sendo 40 minutos até a primeira parada e depois 10 minutos de distância entre as outras 2 paradas.

A primeira parada é feita na localidade de Vassouras, conhecida também como pequenos lençóis. O lugar é bonitinho, tem lagoas e dunas como o parque dos Lençóis Maranhenses, mas em menor proporção. Achei bem legal o Parque Eólico que tem no local também!

Essa parada teve a duração de 40/50 minutos e foi possível nadar na lagoa do lugar e tomar uma água de coco (R$ 5,00).

Na segunda parada vamos ao Farol de Mandacaru. A dica para essa parada é assim que desembarcar já ir logo em direção ao farol pois em alta temporada forma-se uma fila enorme para subir as escadas que levam ao topo do farol (e a fila é no sol!!!). A visita do farol é gratuita e na ruazinha que leva a ele é possível comprar artesanatos, bebidas e sorvete caseiro com as frutas da região (R$ 4,00 no copinho ou R$ 5,00 na casquinha). A vista do topo do farol é sensacional e com certeza vale a pena a subida!

A terceira parada é a mais longa, na praia de Caburé e dura cerca de 2h. Nesta parada é possível curtir o mar, andar de quadriciclo (aluguel por minuto) ou apenas ficar descansando debaixo dos quiosques. O almoço do passeio é realizado nesta parada e os preços são bem salgadinhos...caso não queira almoçar, é bom levar um lanche e deixar apenas para jantar na cidade.

O trajeto de volta é feito direto de Caburé até Barreirinhas e do ponto de desembarque somos levados de volta para nossa pousada.

Chegando na pousada nos disponibilizaram um quarto com banheiro para tomarmos banhos e nos trocarmos.

O traslado de volta nos pegou na pousada às 16:00 e o trajeto foi basicamente como o da ida, com uma parada de 20 minutos em uma lanchonete no caminho.

Chegamos em São Luis às 21:00 e fomos deixadas no nosso hotel.

Dia 4 (Segunda-feira): São Luis

Teríamos apenas um dia livre para conhecer a cidade de São Luis pois no dia seguinte, logo cedo, iríamos voar para Fortaleza para a segunda parte da viagem. A intenção inicial era conhecer o centro histórico da cidade, mas acabamos desistindo e curtindo o dia lindo descansando na piscina do hotel.

Achei as hospedagens em São Luis com um preço muito bom e tivemos a sorte de pegar uma promoção muito boa para um hotel de padrão bom que estava com 50% de desconto. Valeu muito a pena pois até o almoço tinha um preço convidativo!

À noite fomos andar na orla da praia perto do hotel e saborear as guloseimas das barraquinhas de rua.

Considerações sobre a primeira parte da viagem:
- O passeio para os Lençóis Maranhenses é imperdível!!! Achei 2 dias legal para conhecer, mas acho que o ideal seria no mínimo 3 dias. Existem empresas que oferecem passeios de 3 dias e 2 noites. Não recomendo os passeios de bate e volta (1 dia) saindo de São Luis, pois a viagem é cansativa e você só ira realizar o passeio que fizemos no primeiro dia. Só faria esse passeio de bate e volta se não tivesse mesmo outra opção.

- A viagem foi realizada no mês de agosto, alta temporada e época ideal para conhecer as lagoas por estarem cheias. A cidade estava lotada e com certeza os preços estavam um pouquinho mais salgados também!

- Achei a comida nos lugares turísticos do Maranhão muito caras!

- Eu super recomendo esta viagem!!!! Fiquei apaixonada com os lugares que visitei tanto no Maranhão quanto no Ceará (parte 2 da viagem).

 
Parte 2: Ceará
Dia 5 (Terça-feira): Fortaleza

Logo cedo pegamos o vôo com destino a Fortaleza. Inicialmente passaríamos este dia em São Luís pois não tínhamos a intenção de incluir Fortaleza na viagem, mas a companhia aérea modificou o horário do vôo e assim ganhamos um dia em Fortaleza.

Não tínhamos um planejamento certo do que faríamos na cidade neste pouco mais de meio dia, mas logo no avião fizemos amizade com um pessoal e combinamos de passar o dia na praia do Futuro e à noite ir na feirinha do Meireles (amizades de viagens: amooo!!! rs).

Por volta de meio dia chegamos na praia e escolhemos a famosa barraca Crocobeach para passar o dia. A barraca é enormeeeee e super estruturada, tem piscina no estilo day use e os preços no bar e restaurante são bem acessíveis. Não é cobrado consumação mínima. Almocei no self-service da barraca mesmo (preço aceitável) e aproveitei a promoção de 3 águas de coco ( R$ 1,000 reais na promoção).

Como estávamos numa turma grande ficamos na barraca até entardecer e de lá pegamos um táxi direto para a feirinha. Tem vários barzinhos na orla do Meireles e finalizamos a noite em um deles (não me lembro o nome).

Observação: O mar da praia do futuro é muito forte! Achei bem bacana a estrutura oferecida por essa barraca e principalmente o fato de não cobrar consumação mínima e ter programação musical diariamente.

Dia 6 (Quarta-feira): Fortaleza- Jericoacoara

Existem diversas maneiras de ir de Fortaleza para Jericoacoara: ônibus (empresa Fretcar, R$ 72,75 a R$ 81,00 o trecho), carro próprio, traslado privativo e traslado compartilhado. Como éramos 4 amigas, depois de orçar os preços e analisar o custo benefício, optamos pelo traslado privativo.

O traslado privativo é feito em veículos 4x4 (geralmente em caminhonetes Hilux) e a duração do trajeto é de 4h30min, já incluídas 2 paradas no caminho.

Na mesma empresa que fechamos o traslado (ida e volta) aproveitamos para fechar os 2 passeios de buggy que são oferecidos na ilha (lado leste e lado oeste) e chorando um descontinho o preço deste pacote foi de R$ 1.600,00 reais (R$ 400,00 para cada uma). Achei o preço muito bom e valeu a pena pelo conforto!

O trajeto até Jericoacoara é feito a maior parte pelo asfalto e depois um trecho sobre a areia das praias.

Chegamos em Jeri na hora do almoço e já fomos logo conhecer a charmosa Vila e procurar algum lugar para almoçar. Foi aí que tive a primeira surpresa positiva: os preços das refeições. Existe Jeri para todos os bolsos e diversos lugares oferecem prato feito (com diversas opções de carnes) a partir de R$ 10 reais!!!!

Depois do almoço fomos aproveitar a praia de Jericoacoara. A praia é bem charmosinha, mas não tem nenhuma beleza fora do normal. Acho que o charme fica por conta da rusticidade e vibe do lugar! Aproveitamos para fechar o dia assistindo ao pôr do sol na famosa “duna do pôr do sol”. Estava ventando bastante (característica do mês de agosto lá) e a areia castigava a pele, mas não atrapalhou a beleza deste espetáculo!

Todos os dias perto do horário do pôr do sol uma multidão sobe a duna para assistir ao espetáculo e o lugar fica bem lotado, dificultando conseguir uma boa foto. Muitos ambulantes também aproveitam para vender bebidas no local disputando o já concorrido espaço...rs.

À noite fomos passear pela vila e conhecer o que ela tem a oferecer. Existem diversas opções de culinária (nordestina, tailandesa, italiana, japonesa e outras) e muitos barzinhos legais com música ao vivo.

Comemos uma coxinha deliciosa em um lugar na rua principal por R$ 5,00 o salgado e um copo de refrigerante. Estava tão deliciosa que nenhuma de nós resistiu e tivemos que repetir!

 
Dia 7 (Quinta-feira): Jericoacoara

Escolhemos fazer o passeio do lado leste no nosso primeiro dia pois ele contemplava as maiores atrações de Jeri, incluindo a famosa Lagoa do Paraíso.

Às 9:00 da manhã saímos da nossa Pousada com destino a primeira parada: a famosa Pedra Furada.

A Pedra Furada é acessível após 20 minutos de caminhada na areia depois do ponto de parada dos carros. Fica muito cheio no local e tem que ter um pouquinho de paciência para poder conseguir tirar uma foto sozinha no local.

Não achei nada demais no cartão postal de Jeri e fiquei apenas o tempo de tirar umas fotos e tomar uma água de coco vendida pelos ambulantes no local (R$ 5,00). Retornamos ao ponto de encontro e de lá seguimos para a próxima parada: Árvore da Preguiça. O nome da árvore se deve ao fato da copa da mesma estar na horizontal devido aos fortes ventos de Jeri. Achei um charme!!!

Em seguida fomos conhecer uma das belas lagoas de Jeri, a Lagoa Azul. Esta Lagoa não é tão badalada quanto a Lagoa do Paraíso, mas também é linda!!!! A água da lagoa é transparente e possui redes e uma plataforma de madeira onde todo mundo tira foto deitado.... No local tem um bar/restaurante bem estruturado, mas não chegamos a consumir nada pois a parada lá foi em torno de 1h e aproveitamos o tempo inteiro na deliciosa água!

A última parada, onde ficaríamos o restante do passeio, seria na famosíssima Lagoa do Paraíso.

Fomos direto ao The Alchimist Club, barraca melhor estruturada da região e com preços bem salgados também.

Fiquei apaixonada com a paisagem e com os diversos tons de verde e azul da Lagoa! As fotos conseguem retratar bem a beleza da água e do local. A temperatura da água é morna o que faz com que você não queira sair das redes que são afixadas na Lagoa.

No The Alchimist não existe consumação mínima nas mesas, mas em compensação o preço do almoço gira em torno de R$ 105,00 (o prato mais barato para duas pessoas).

Ficamos na Lagoa do Paraíso o máximo que pudemos neste dia e á noite fomos novamente andar no centrinho e sentamos em um barzinho (não lembro o nome) á noite.

Dia 8 (Sexta-feira): Jericoacoara

Hoje foi dia de fazer o passeio do lado oeste.

A primeira parada é no Mangue Seco (ou a segunda, já me perdi na ordem...rs) um local onde tem uma floresta de mangue com árvores com raízes suspensas. A paisagem é linda e algumas árvores possuem balanços, o que deixa o local ainda mais charmoso!

Existe uma barraca onde é vendido artesanato e também bebidas no local.

Para a segunda parada é necessário atravessar um braço de mar em direção ao local onde é possível ver Cavalos Marinhos. O passeio de barco dura em torno de 20/30 minutos e é pago a parte (R$10,00) e nele o barqueiro faz o trajeto procurando os animais e recolhe os mesmos em vidros, mostra aos turistas e em seguida devolve os cavalos marinhos para a natureza. A impressão que tive é que os barqueiros já sabem exatamente onde os animais encontram-se pois os acham com muita facilidade.

Durante o trajeto do passeio do lado oeste existem diversos locais em algumas lagoas secundárias em que se pode fazer sky sentado e próximo à Lagoa de Tatajuba existe um “toboágua” também.

Fizemos vários passeios entre as dunas, apreciando as paisagens e as lagoas secundárias antes de irmos para a nossa última parada do dia: Lagoa de Tatajuba. A Lagoa de Tatajuba não me impressionou...não achei nada demais nela e a água é mais fria do que as lagoas do dia anterior... Acho que depois de conhecer a Lagoa Azul e a Lagoa do Paraíso as expectativas ficaram altas!

Na beira da lagoa tem um restaurante com o que eles chamam de “cardápio vivo”. Os atendentes do restaurante trazem os frutos do mar nas bandejas e você escolhe o que vai querer para o almoço. Não tinha cardápio escrito e fiquei com a impressão que o preço é de acordo com a cara do freguês...rs.

Optamos pelo prato que incluía arroz, lagosta e farofa e o valor foi R$ 40,00 para cada. Pedimos uma porção de batata frita como acréscimo e achei a porção bem pequena. As lagostas estavam deliciosas, mas minúsculas também...

Achei o passeio do primeiro dia (lado leste) bem mais bonito. São passeios bem diferentes e se tivesse que escolher fazer apenas um deles, escolheria o do lado leste com certeza!

Á noite fomos em um barzinho com música ao vivo na vila de Jeri chamado “Samba Rock”. O bar cobra couvert e a atração varia por dia da semana. Comi um hambúrguer artesanal com fritas delicioso (R$ 25,90, se não me engano).

 
Dia 9 (Sábado): Jericoacoara

E para o nosso último dia na linda Jeri decidimos voltar a Lagoa do Paraíso, porque o que é bom, a gente repete!!!

Desta vez, como não tínhamos passeio de buggy agendado, fomos no esquema das “caminhonetes lotações” que ficam na rua principal da Vila aguardando preencherem todas as vagas do carro para saírem.

O valor de cada trecho é R$ 20,00 e o motorista da caminhonete combina antes o horário de volta.

O nosso motorista ofereceu levar o grupo para uma outra barraca de praia na Lagoa do Paraíso, chamada Nova Esperança. Descemos no local e ficamos apenas 30 minutos lá pois a paisagem não era tão bonita quanto a do The Alchimist e os preços não tinham a redução esperada para um lugar menos badalado.

Fomos a pé da Nova Esperança para o The Alchimist numa caminhadinha de 20 minutos à beira da lagoa.

A noite tínhamos reservado com antecedência o rodízio de comida tailandesa com shows no restaurante Mister Tree. O valor do rodízio é R$ 49,00 no dinheiro ou R$ 54,00 no cartão e inclui a degustação de 3 entradas, 4 pratos principais e 1 sobremesa. As bebidas são pagas à parte e ocorre a apresentação de uma luta de muay thai e um show de fogos (feito pela própria Chef do restaurante, uma tailandesa muito simpática!).

Depois do show até pensamos em ir no forró no restaurante Dona Amélia, mas desanimamos pois no outro dia cedo voltaríamos para Fortaleza para pegar nosso vôo de volta para BH.

Considerações sobre a segunda parte da viagem:
- Jeri é mesmo muito linda, apaixonante e aconchegante! É daqueles lugares que deixam um gostinho de quero mais e uma vontade de voltar em breve.

- O tempo de 4 dias inteiros (excluídos os dias de chegada e partida) são suficientes para curtir todas as atrações, mas ficaria fácil 7 dias curtindo toda aquela paz e sossego.

- Os preços ainda são bem acessíveis. Nossa hospedagem em um quarto duplo em um bed and breakfast, super bem localizado, foi R$ 130,00 a diária em agosto/2017. Vi hostel de R$ 50,00 a diária. Refeições a partir de R$ 10,00 o prato feito e lanches diversos a partir de R$ 5,00 reais.

- Agosto é um ótimo mês para curtir Jeri. Não chove e o vento constante ameniza o sol forte.

- O número de visitantes estrangeiros nesta época é enorme pois coincide com o período de férias no hemisfério norte.

Espero que tenham curtido esse post!

Beijos e até a próxima.



Mineira, Advogada e Enfermeira por formação, Gestora Estratégica por vocação e viajante inveterada por opção!!! Apaixonada por viagens, culturas, sabores, amizades e experiências que só uma vida mochileira pode nos proporcionar!

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Maryana Teles
Maryana Teles
Carioca, publicitária e apaixonada (digamos que, talvez, viciada) por viagens de estilo low cost. 25 países na bagagem e muitas histórias, micos, dicas e inspirações pra quem também vive (ou quer viver) uma VIDA MOCHILEIRA!